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DESPERDÍCIO

São Paulo e Portuguesa ficam apenas no empate

São Paulo e Portuguesa ficam apenas no empate
15/02/2014 22:19 - TERRA


Em jogo marcado por muitos ataques desperdiçados por impedimentos, chances perdidas de ambos os lados e um gol duvidoso anulado a favor do time visitante, São Paulo e Portuguesa empataram por 0 a 0, no Estádio do Morumbi, em duelo válido pela oitava rodada do Campeonato Paulista e realizado neste sábado.

O resultado levou a equipe tricolor aos 13 pontos ganhos, ainda na liderança do Grupo A, mas podendo perder a ponta caso a Penapolense vença o Santos neste domingo. Já a Portuguesa continua com campanha fraca, com apenas oito pontos e na vice-lanterna da chave C, a seis pontos da zona de classificação.

Na primeira etapa do duelo deste sábado, o São Paulo teve maior posse de bola, porém abusou dos chutes de longe e viu vários ataques acabarem com impedimentos de Luis Fabiano. A Portuguesa, por sua vez, marcou bem e foi perigosa em velozes contragolpes. Ainda teve um gol de Willian Magrão, anulado por impedimento muito duvidoso.

No lance, que gerou controvérsia e muita reclamação do lado rubro-verde, Wanderson levantou a bola na área do adversário em cobrança de falta perigosa, e Willian Magrão, sozinho, cabeceou no canto, abrindo o placar no Morumbi. O assistente, contudo, assinalou impedimento muito duvidoso e anulou o gol.

Na etapa complementar, a Portuguesa começou melhor e quase anotou o seu. Régis fez a finta dentro da área, chutou de perna esquerda e mandou a bola com tudo no travessão. O São Paulo respondeu em contragolpe com Pabón, que tabelou com Luis Fabiano, recebeu pelo lado direito da área, bateu cruzado e obrigou Tom a fazer desvio importante. No fim, o zero não saiu do placar do Morumbi.

O São Paulo volta a campo na quinta-feira, quando encara o São Bernardo, no Estádio Primeiro de Maio, às 21h (de Brasília). A Portuguesa terá menos tempo de descanso, uma vez que enfrenta a Penapolense, na quarta, às 19h30, no Estádio Tenente Carriço.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?