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Santos vence São Paulo em clássico e amplia crise do rival

Santos vence São Paulo em clássico e amplia crise do rival
26/07/2010 07:53 -


Santos, SP

O Santos ganhou a tranquilidade que precisava para a final da Copa do Brasil e, de quebra, agravou a crise do São Paulo às vésperas da semifinal da Copa Libertadores da América. Na tarde de ontem, o time misto do Peixe derrotou o Tricolor por 1 a 0, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro.
Com apenas Rogério Ceni de titular absoluto em campo, o time de Ricardo Gomes cedeu o placar com um gol contra de Renato Silva, no segundo tempo. Agora, o Tricolor fica ainda mais pressionado para a primeira partida da semifinal da Libertadores, que será disputada na quarta-feira, contra o Internacional, no Beira-Rio. A torcida são-paulina já gritou, ainda nas arquibancadas da Vila, que o torneio virou obrigação.
Já o Peixe, que não teve Robinho e poupou também jogadores como Wesley e Pará, ficou mais animado para o primeiro duelo da final da Copa do Brasil, também na quarta, diante do Vitória, na Vila.
No Brasileirão, a situação dos dois times ficou bem diferente. O Alvinegro Praiano subiu para os 15 pontos, perto da parte de cima da tabela. O Tricolor, por sua vez, é o 15º colocado, com 11, perto da zona de rebaixamento.
Depois de um primeiro tempo morno, onde o único lance de perigo foi contra o São Paulo, Rogério Ceni fez uma espetacular defesa, mas o jogo já estava parado, por impedimento do ataque santista.
No segundo tempo, houve um pouco mais de movimentação e o único gol do Santos saiu em um lance de bola parada. Marquinhos cobrou falta para a área e o tricolor Renato Silva desviou para o fundo das próprias redes aos 15 minutos.

Felpuda


Vêm aumentando que só os disparos de segmentos diversos contra cabecinha coroada que, até então, acreditava voar em céu de brigadeiro. O novo coronavírus chegou, ganhou espaço, continua avançando e atualmente tem sido o melhor cabo eleitoral dos adversários. A continuar assim, sem ações mais eficazes, o estrago político poderá ser grande. Observadores mais atentos têm dito que o momento não é de viver o conto da “Bela Adormecida”. Só!