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FUTEBOL

Santos diz que Ganso foi oferecido a Corinthians, Palmeiras e São Paulo

1 ABR 2011Por TERRA22h:00

O presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, confirmou que o meia Paulo Henrique Ganso foi oferecido aos três arquirrivais paulistas - Corinthians, Palmeiras e São Paulo - pela DIS, detentora de 45% do passe do atleta. A empresa pretendia tirar o atleta do time da Vila Belmiro e repassá-lo a outro clube brasileiro.

"Os presidentes de São Paulo, Palmeiras e Corinthians me disseram que foram todos procurados pelos representantes do Ganso. Além do Corinthians (situação divulgada anteriormente pela mídia e confirmada pelo mandatário alvinegro, Andrés Sanchez), os outros também confirmaram", declarou Luis Alvaro.

A DIS - braço direito do Grupo Sonda - já havia confirmado que tentou negociar o camisa 10 com o Corinthians. O grupo segue em atrito jurídico com o Santos pela venda do volante Wesley ao Werder Bremen, pois o clube praiano não tinha repassado a parte financeira que a empresa teria direito com a transação.
"O Santos conversou com os presidentes dos três clubes e explicou nossa posição. Dissemos que não gostaríamos que fizessem conosco o que não faríamos com eles. Temos um pacto de um não prejudicar o outro", acrescentou o presidente santista, que acrescentou que os rivais toparam o acordo "pela ética que existe entre os rivais, pois os empresários que representam Paulo Henrique Ganso estão forçando a barra".

Apesar do imbróglio, o destino de Ganso deve ser o futebol europeu. Conforme divulgou o Terra nesta semana, representantes do meia (Thiago Ferro, da DIS, e Papito Lima, seu irmão) estiveram em Milão e visitaram instalações de Inter de Milão e Milan, principais candidatos a levar o jogador. A multa rescisória do atleta é de 50 milhões de euros.

O próprio Paulo Henrique disse à diretoria santista que pretende atuar no futebol europeu e pediu redução da multa para 30 milhões de euros. O atleta ainda recusou o plano de carreira oferecido pelo clube e segue sem renovação contratual. Seu vínculo atual dura até 2015.

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