Campo Grande - MS, terça, 21 de agosto de 2018

Saiba quando a culinária japonesa pode fazer mal

12 ABR 2011Por Terra04h:50

O peixe é a carne mais saudável que existe, tem alta concentração de proteínas e ômega-3. O arroz, velho conhecido da cozinha nacional, não tem uma fama tão nobre, mas muitos acreditam que um compensa o outro e atacam sem medo os rodízios de comida japonesa.

“A refeição ideal seria uma pequena porção de shitake e shimeji, alguns tipos de sushis e fatias de sashimis”, sugere a nutricionista Patrícia Bertolucci, da PB Consultoria em Nutrição. “Evite frituras como os hot rolls, guiozas, tempurás e rolinhos primavera. Se pedir temaki, opte pelas opções sem cream cheese ou maionese”, alerta Lilian Reis, nutricionista da Nutricius Consultoria Nutricional.

Fuja dos rodízios - O grande problema da comida japonesa não está na sua composição. Por ser um tipo de comida com porções reduzidas, muitas pessoas preferem o rodízio, que oferece as mesmas opções do à la carte só que em maior quantidade.

“No rodízio, as pessoas sempre exageram e aumentam o valor calórico da refeição. Já nas escolhas pelo cardápio é mais fácil selecionar as porções, a quantidade e a qualidade dos nutrientes, como proteínas e carboidratos, que nos rodízios ficam desbalanceadas”.

Além de estimular as pessoas a comerem além do necessário, no final da refeição o saldo nutritivo estará pobre, por conta do grande consumo de arroz e peixe, deixando de lado legumes frescos, verduras e outros alimentos que tornam o prato mais equilibrado. “Comer muita comida japonesa resultará em uma refeição deficiente em ferro, uma vez que não tem carne vermelha, e muito rica em cloreto de sódio”, ressalta Patrícia.

Mas, se não houver outra opção, o importante é não se deixar levar pelas quantidades e selecionar bem o que vai comer. É o que faz a administradora Priscila Barreto, 26, que almoça em restaurantes japoneses no mínimo uma vez por semana. “Sei exatamente o que posso comer. Nunca pego nada frito”. Logo, a melhor refeição, está em selecionar as combinações, não exagerar nas quantidades e, sempre que possível acrescentar legumes, saladas e outras carnes.

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