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SANTA EMÍLIA

Rua em bairro vira 'passarela do lixo' <br> e é risco à saúde

Rua em bairro vira 'passarela do lixo' <br> e é risco à saúde
23/01/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Mais de um quilômetro de via pública coberta de lixo. Essa é a realidade dos moradores próximo à Avenida Wilson Paes de Barros, do Bairro Santa Emília, que virou a passarela do lixo de Campo Grande, conforme reportagem na edição de hoje (23) do jornal Correio do Estado. A via, que dá acesso ao Cerradinho, Nova Campo Grande e Vila Popular, tornou-se um novo ponto de descarte de empresas e população. No local, é possível encontrar de sofá a animais mortos, além de muitos pneus cheios de água. “O cheiro que vem daqui é terrível”, disse o serralheiro Nelson Alves de Oliveira, 39 anos, morador do bairro há mais de 10.

Ele e mais um grupo de pessoas cansadas de cobrar uma posição da prefeitura realizaram um protesto na semana passada para chamar a atenção das autoridades. “Só quem vive aqui sabe a nossa situação. Vivemos preocupados com dengue e leishmaniose, porque tem de tudo nessa rua”, afirma. Os moradores flagraram diversos descartes feitos por caminhões no local. “E não era coisa pequena não. São empresas que trabalham com caçamba de lixo”, conta o técnico em informática, Ailton Fernandes de Barros, 40, que tem fotografado e filmado os autores. A reportagem é de Beatriz Longhini.

Felpuda


O desgaste de antigas lideranças nacionais, com reflexo em nível local, é a maior preocupação dos dirigentes de partidos para as eleições deste ano, que terá reflexo em 2022. Em épocas passadas, essas figurinhas cruzavam os céus do País para visitarem os municípios e pedirem que a população votasse em seus ungidos. Agora, com pendências judiciais e poder enfraquecido, dificilmente seriam convidadas. A pandemia, que resultou no isolamento social, foi a pá de cal.