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Ross Brawn encerra especulações e confirma aposentadoria da Fórmula 1

1 FEV 14 - 22h:00Terra

​Chegou ao fim a carreira de um dos chefes de equipe de maior sucesso do automobilismo. Após 37 dedicados à Fórmula 1, o britânico Ross Brawn anunciou neste sábado sua aposentadoria da categoria. Aos 59 anos, o agora ex-dirigente terá um ano sabático antes de decidir sua próxima função, ainda indefinida.

"Vou tirar um ano para pescar e depois verei o que a vida me traz. Estou ansioso, mas não tenho outros planos", revelou Brawn ao jornal inglês The Telegraph. "Estou me aposentando, isso não é um boato", confirmou.

A decisão de anunciar sua saída da Fórmula 1 foi motivada pelos rumores de seu retorno à Williams. O britânico também foi cogitado na McLaren, que recentemente demitiu Martin Whitmarsh.

Após iniciar sua carreira como mecânico da Williams, em 1977, Brawn foi chefe de aerodinâmica da Haas e projetista chefe da Arrows. Sua primeira experiência como diretor-técnico aconteceu na Jaguar, entre 1986 e 1991.

Em 1994, conquistou seu primeiro título com Michael Schumacher, feito que repetiria no ano seguinte, quando também levou a Benneton ao topo no Mundial de Construtores.A parceria com o alemão prosseguiu na Ferrari, entre 1997 e 2006.

Juntos, os dois conquistaram mais cinco títulos e levaram a Ferrari a seis conquistas na disputa por equipes. A aposentadoria do heptacampeão motivou a saída do dirigente da escuderia italiana, o tirando da categoria por uma temporada.

Em 2008, Brawn voltou para chefiar a Honda. No ano seguinte, a equipe japonesa anunciou o fim de sua equipe própria. O britânico, então, decidiu adquirir o time e criou a Brawn GP. Em seu única temporada na Fórmula 1, a escuderia dominou a primeira metade do campeonato com Jenson Button e Rubens Barrichello, que já tinha trabalhado com o dirigente na Ferrari, conquistando o mundial de construtores e levando o piloto britânico ao título.

Após o ano brilhante, Brawn vendeu a equipe para a Mercedes, que voltou a ter um time próprio na categoria após 50 anos. Mantido no comando, Brawn promoveu o retorno de Michael Schumacher. Nem ele nem o alemão repetiram os bons resultados do passado na equipe alemã.

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