Quarta, 21 de Fevereiro de 2018

DESPEDIDA TRICOLOR

Richarlyson diz que juiz mentiu e que nunca o chamaria de 'veado'

3 DEZ 2010Por 16h:43

Em sua despedida do São Paulo, Richarlyson fez questão de deixar tudo às claras quanto à sua saída do clube que defendeu durante cinco anos e meio. Muito criticado pelas suas expulsões, o jogador reconheceu que errou algumas vezes, mas disse que nunca chamou Héber Roberto Lopes de 'veado', motivo alegado pelo árbitro para dar o cartão vermelho ao atleta na partida contra o Fluminense, na 36ª rodada.

"Todo mundo está sujeito a ser expulso. Eu já errei várias vezes, como contra o Avaí, quando o Alício (Pena Júnior) estava apitando, eu xinguei porque achei que tinha sofrido falta, o cara pisou na minha cabeça. Pedi desculpa por isso e não questionei a expulsão. Já na expulsão do Héber, primeiro, eu não fiz falta, depois, eu não xinguei, e jamais eu o chamaria de veado", afirmou.

Para o meio-campista, o que o juiz e o quarto árbitro do jogo colocaram na súmula foi uma grande inverdade. "Esperei o momento certo pra falar isso. Mas fiquei muito chateado, principalmente com o quarto árbitro. As únicas palavras que eu falei na saída do campo foi que ele era fraco, muito fraco. Ai o Jorge Wagner e alguns outros jogadores saíram do banco pra me tirar", comentou, dizendo ainda que não é da sua índole fazer o que foi relatado.

"A gente vem aqui a semana inteira, trabalha todos os dias e vai pro jogo pra se esforçar, mesmo nesse, que não estava valendo nada. Daí ele faz esse papelão. Agora, o pior é colocar mentira no papel. As pessoas que me conhecem sabem que eu não xinguei. Colocar inverdades fica feio. Aliás, queria falar pro Héber, que na justiça dos homens, no tribunal, eu posso até ser punido, mas Deus está vendo isso e sabe que eu não fiz nada", completou.

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