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Campo Grande - MS, quinta, 15 de novembro de 2018

Réu no mensalão, Quaglia diz não estar preocupado com resultado

10 AGO 2012Por terra22h:00

Réu no processo do mensalão, o ex-empresário Carlos Alberto Quaglia não assistiu à exposição dos argumentos de sua defesa por parte do defensor público Haman Tabosa de Moraes e Córdova, na tarde desta sexta-feira, no Supremo Tribunal Federal (STF). "Eu não vi nada, só estou lendo algumas coisas agora (por volta de 17h30 de hoje)", afirmou ao Terra o argentino que atualmente mora em Florianópolis, Santa Catarina. Ele conta que aceitou a assistência de um defensor público porque não tem dinheiro para pagar o serviço de um advogado.

Quaglia explica que os dois advogados que o defendiam no início do processo abandonaram o caso porque ele não tinha mais condições de pagar os honorários. "Quando os advogados me informaram que não continuariam porque eu não pagava, recebi um documento dizendo que eu deveria nomear outro ou aceitar um defensor público e eu escolhi a segunda opção", afirma.

Acusado pela Procuradoria Geral da República de intermediar o pagamento de propina aos parlamentares, Quaglia evita dar sua versão da história e diz que confia no trabalho da Defensoria Pública da União (DPU). O ex-empresário afirma que ficou "contente" ao ler que a fala do defensor público foi bem avaliada. "Já conhecia a Defensoria Pública e sempre fico admirado com isso de não cobrar nenhum centavo para defender o cidadão", disse.

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