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Campo Grande - MS, quinta, 13 de dezembro de 2018

fevereiro

Rendimento médio do trabalhador aumenta 3,7%

24 MAR 2011Por infomoney09h:31

O rendimento médio real da população ocupada aumentou 3,7% em fevereiro, no confronto com o mesmo mês de 2010, chegando a R$ 1.540,30. Já na comparação com janeiro, o valor registrou queda de 0,5%.

Os dados, divulgados nesta quinta-feira (24), fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas seis principais regiões metropolitanas do País.

Rendimentos por região
Frente a fevereiro do ano passado, cinco das seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE apresentaram alta no rendimento médio real da população ocupada.

A exceção foi São Paulo, que viu o salário de seus trabalhadores cair 0,14% no período. Em contrapartida, o Rio de Janeiro registrou a maior variação, de 9,88%.

Em fevereiro do ano passado, a população ocupada da capital carioca recebia, em média, R$ 1.530,73. No mês passado, o valor passou para R$ 1.682, o maior rendimento entre as capitais.

Recife, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre também registraram aumentos frente a 2010, de 9,06%, 1,50%, 3,64% e 5,42%, respectivamente.

Autônomos, formais e informais
Na comparação anual, o rendimento médio das pessoas que trabalhavam por conta própria apresentou acréscimo de 7,8%. Na comparação mensal, houve alta de 0,3%. Em fevereiro, o rendimento médio desses trabalhadores ficou em R$ 1.335,60.

Já o rendimento médio dos empregados do setor privado sem registro ficou em R$ 1.087,30 e apresentou uma elevação de 2,6% frente a fevereiro de 2010 e queda de 4% sobre o mês imediatamente anterior deste ano.

Para quem trabalha no setor privado com carteira assinada, os rendimentos se elevaram em 0,5% na comparação anual e em 0,3% na comparação com janeiro. Em média, o salário desses trabalhadores ficou em R$ 1.423,50 em fevereiro.

Renda por atividade econômica
No confronto anual, dentre as atividades econômicas analisadas, todas apresentaram avanço no rendimento médio da população ocupada.

Os trabalhadores da Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água tiveram o maior aumento no período, de 9,1%. Construção civil fechou com a segunda maior alta, de 4,9%.

Serviços domésticos (4,8%); Outros serviços - alojamento, transporte, limpeza urbana e serviços pessoais (3,2%); e Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (1,7%) vieram a seguir.

As menores variações ficaram com os grupos Comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (0,6%), e Serviços prestados à empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (0,1%).
 

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