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MISTÉRIO

Renato não dá pistas do time para Libertadores

Renato não dá pistas do time para Libertadores
14/04/2011 00:00 - TERRA


O técnico Renato Gaúcho não deu pistas do time que vai jogar nesta quinta-feira, contra o Oriente Petrolero, às 22h45 (de Brasília), na Bolívia. O treinamento realizado no Estádio Ramon Aguilera foi apenas um rachão de véspera, que contou com a participação do próprio Renato em um dos times.

Vinicius Pacheco é o mais cotado para substituir o meia Douglas, que ficou em Porto Alegre se recuperando de uma gripe. No ataque, Escudero retorna ao time formando a frente ao lado de Borges. o argentino afirmou que é indiferente da possibilidade de acabar a fase de grupos em primeiro lugar e que o importante é estar classificado, não importando se em primeiro ou segundo no grupo.

"Não esperamos acabar em primeiro, e sim classificar, na primeira fase é assim, tem que ganhar os pontos e classificar. E na próxima fase serão todas as equipes aguerridas e creio que qualquer equipe que enfrentarmos vai fazer muita força para passar de fase", disse Escudero, projetando confrontos complicados nas próximas etapas da Libertadores.

No treinamento da tarde desta quarta-feira, o zagueiro Rodolfo voltou a se queixar de um leve desconforto na coxa esquerda, porém, o departamento médico confirma a presença do jogador.

"Ele está bem. Ontem (terça) em Porto Alegre apenas realizou corridas em torno do gramado e hoje viajou normalmente e vai para o jogo. Ele está fazendo tratamento com gelo na coxa apenas por precaução. Está liberado para jogar", afirmou o médico gremista Felipe do Canto.

Para o jogo de quinta-feira em Santa Cruz de la Sierra, o técnico Renato Gaúcho deve colocar a seguinte formação: Victor; Gabriel, Rafael Marques, Rodolfo e Bruno Collaço; Fábio Rochemback, Adilson, Vinícius Pacheco e Lúcio; Escudero e Borges.

 

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?