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ESTADUAL

Renato Gaúcho prevê emoções no Gre-nal

Renato Gaúcho prevê emoções no Gre-nal
27/04/2011 14:34 - G1


Campeão da Taça Piratini - o primeiro turno do Campeonato Gaúcho - o Grêmio pode conquistar o título estadual antecipado vencendo o Gre-Nal do próximo domingo, no Estádio Beira-Rio. Em jogo único, o time de Renato Gaúcho decide com o Inter a Taça Farroupilha - o segundo turno.

Se o Inter vencer, o título do Gauchão 2011 será decidido em mais dois clássicos. Se der Grêmio, a volta olímpica tricolor terá dois troféus na casa do maior rival: do turno, e do estadual. Mas o treinador do Grêmio lembra que nem é preciso vencer.

Para Renato Gaúcho, basta empatar e conquistar o título nos pênaltis. Uma bem humorada evocação às recentes disputas com Caxias e Ypiranga, vencidas pelo Grêmio nas cobranças de penalidades.

- No Beira-Rio, por exemplo, a gente não precisa vencer. Podemos ter emoção de novo nos pênaltis. É um jogo difícil. Temos que dar moral para o grupo. No Chile sim teremos de fazer gols. A partir de segunda-feira a gente começa a pensar nesse jogo - afirmou, referindo-se ao confronto do dia 04 de maio, contra o Universidad Católica, pela Taça Libertadores.

O treinador do Grêmio disse ainda que tanto ele sabe tudo sobre o Inter, como também Falcão deve ter todas as informações a respeito da equipe tricolor:

- Eu sei tudo do adversário, como o adversário sabe tudo do Grêmio. Vou assistir ao jogo do Inter na quinta-feira, tem uma pessoa que vai sim ver esse jogo lá no Uruguai. Nada vai escapar, assim como eles também assistem aos jogos do Grêmio.

Como de hábito no Sul em semana de Gre-Nal, Renato Gaúcho não assume nem transfere favoritismo.

- Não existe favoritismo em clássico, as equipes sempre querem se superar, e por ser uma decisão de turno, tudo pode acontecer - concluiu.

Felpuda


Outrora afinadíssimo com o presidente Jair Bolsonaro, parlamentar sul-mato-grossense começou a ser escanteado em consequência de uma das crises políticas de grande repercussão. A figura entrou em campo e botou falação sobre o que estava ocorrendo, e isso soou que só como crítica pesada ao governo, que, como não poderia deixar de ser, não gostou nadica de nada. Há quem diga que o dito-cujo é muito levado “pelo sangue”. Então, tá!...