INTERNACIONAL

Reino Unido diz que Força Aérea da Líbia está destruída

Reino Unido diz que Força Aérea da Líbia está destruída
23/03/2011 15:28 - r7


O comandante da Real Força Aérea britânica (RAF, na sigla em inglês), Greg Bagwell, disse nesta quarta-feira (23) que a Força Aérea do regime de Muammar Gaddafi está destruída, e que a coalizão internacional patrulha "quase com controle total" o espaço aéreo da Líbia.

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O comandante britânico acrescentou que nenhum avião da RAF foi atacado no decorrer da operação aliada amparada pela resolução 1973 da ONU, que autorizou a imposição de uma zona de exclusão aérea na Líbia com o objetivo de proteger os civis dos ataques do exército leal a Muammar Gaddafi.

Segundo Bagwell, as forças aliadas haviam tirado "os olhos e os ouvidos" do líder líbio ao destruir sua capacidade aérea mediante uma combinação de bombas e mísseis.

- Sua força aérea [de Gaddafi] já não existe como força de combate, e seu sistema de defesa integrado e suas redes de comando e controle estão seriamente danificados, até o ponto que podemos operar com quase total controle na Líbia.

Desde que começou a operação aliada há quatro dias, as forças internacionais passaram de ataques a alvos militares à plena imposição de uma zona de exclusão aérea.

- Temos as forças de terra líbias sob vigilância constante e as atacamos quando ameaçam ou atacam civis.

Questionado sobre quanto tempo os soldados britânicos teriam que ficar no país norte-africano, o comandante respondeu que a permanência depende da resistência de Gaddafi em continuar com o conflito.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".