segunda, 16 de julho de 2018

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Reeleitos defendem mais dinheiro à saúde, mas sem aumento da carga tributária

20 NOV 2010Por Clodoaldo Silva, Brasília01h:55

Os parlamentares reeleitos, que estavam no Congresso Nacional quando o tributo foi extinto - também se manifestaram contra a CPMF. Para os deputados federais petistas Vander Loubet, Antonio Carlos Bifi e o senador Delcídio do Amaral, o imposto deve ser enterrado de vez.

Os deputados federais Marçal Filho e Geraldo Resende (os dois do PMDB) criticaram a falta de investimento federal no setor e cobram a regulamentação da Emenda 29, que está parada no Congresso Nacional há anos. “Se regulamentar a Emenda 29, os recursos do próprio tesouro seriam aplicados na saúde. Sou contra a criação de novo imposto a não ser que desonere alguns tributos como forma de compensação a quem vai pagá-lo”, sugeriu Marçal.

Resende, que é integra a Frente Parlamentar da Saúde, disse que vários estados estão maquiando os investimentos na saúde para que atinjam 12% do orçamento para o setor. “Temos de criar mecanismos sérios que garantam os recursos para a saúde. A criação de novo imposto causa ojeriza em toda a sociedade brasileira”, afirmou o parlamentar.

O deputado federal eleito senador, Waldemir Moka (PMDB), afirmou que vai se empenhar para regulamentar a Emenda 29. “É fundamental que a saúde tenha fonte de receita. Sem recurso novo, a saúde não funciona”. A senadora Marisa Serrana (PSDB) também é contrária ao retorno da CPMF. (CS)

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