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CAMPEONATO ESPANHOL

Real Madrid vence Atlético e mantém jejum

Real Madrid vence Atlético e mantém jejum
20/03/2011 12:59 - terra


Um dos mais longos jejuns da Europa segue intacto. O Real Madrid visitou o rival Atlético neste sábado, no Vicente Calderón, e venceu por 2 a 1, mantendo o tabu de 11 anos sem derrotas para o time alvirrubro. De quebra, o time do técnico José Mourinho segue na caça ao Barcelona, mantendo a diferença de cinco pontos entre as duas equipes na briga pela ponta do Campeonato Espanhol.

Jogando fora do Santiago Bernabéu, o Real Madrid foi armado de forma mais conservadora por Mourinho. Em vez de um meio de campo talentoso, o treinador apostou em um esquema forte na marcação, com Lass Diarra, Khedira e Xabi Alonso formando um trio de volantes.

O argentino Di María precisou ser sacrificado para este esquema de jogo. Com isso, Cristiano Ronaldo seguiu aberto pela esquerda, enquanto Ozil foi improvisado na direita. Benzema surgiu mais uma vez como o centroavante da equipe.

Em grande fase, o francês foi responsável pelo primeiro gol do Real Madrid. Aos 10min, o atacante foi lançado na área por Khedira, passou pela marcação e tocou por cima do goleiro De Gea. Vazado, o Atlético de Madrid foi para o ataque, encontrando pela frente a grande atuação da defesa visitante.

Aos 32min, foi a vez de Ozil marcar. Marcelo aproveitou sobra de jogada de Cristiano Ronaldo para avançar à linha de fundo, rolar para trás e ver o alemão arrematar contra De Gea, que não foi capaz de fazer a defesa.

No segundo tempo, o jogo ficou mais equilibrado, com o Real Madrid conseguindo manter a bola no meio de campo. Assim como antes do intervalo, Casillas foi fundamental para que o resultado permanecesse igual. Aos 40min, porém, o goleiro não evitou o gol de Aguero, que aproveitou falha de Pepe para descontar.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?