Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

JOGADOR

Ralf desconfia do <br>legado do Bom Senso

Ralf desconfia do <br>legado do Bom Senso
26/01/2014 07:45 - TERRA


A união de jogadores das quatro divisões do Campeonato Brasileiro pode até conseguir mudanças agora, mas os atletas sofrerão no futuro. A dúvida sobre a efetividade das ações do Bom Senso FC são de Ralf. O volante do Corinthians acredita que os dirigentes cederão à pressão já pensando em punições depois.

"Vamos tentar mudar, mas sabemos que, lá na frente, vamos pagar o pato. Só não sei de que maneira", comentou o jogador, convicto em suas palavras. "Não sei se é causa perdida, mas sei que não vai ficar em vão. Eles podem ajudar e facilitar agora e lá na frente, não sei de que forma, podem nos penalizar."O meio-campista confia que "todo movimento pode ter resultado" da mesma forma que tem certeza de que todos pagarão um "preço". As dúvidas sobre o legado do Bom Senso FC partem, curiosamente, de um companheiro de Paulo André, um dos líderes do movimento. E Ralf até vê chance de sucesso do zagueiro, mas na busca por melhorias no Corinthians.

"No nosso elenco, tem o Paulo André correndo atrás disso e vendo o que é melhor para o nosso elenco e o nosso clube. O desgaste é grande, o tempo para descanso e treinamento é muito pequeno e precisamos de uma pré-temporada melhor. Infelizmente, não temos isso hoje", afirmou, enfatizando, contudo, que não vê má intenção nos dirigentes.

"Não fazem de sacanagem, sempre estão se reunindo, mas desde o ano passado estamos nessa pegada, nessa batida para mudar alguma coisa", disse. "Sabemos que é muito difícil, tem que ter muita força. Temos que nos unir, todos os jogadores e presidentes de clube, para ver o que for melhor", convocou o descrente atleta que adere ao movimento.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?