Sexta, 23 de Fevereiro de 2018

Quércia é internado e se distancia de campanha de rua

1 SET 2010Por 16h:45
     

        O presidente estadual do PMDB em São Paulo, Orestes Quércia, candidato ao Senado nessas eleições, está desde ontem internado no Hospital Sírio Libanês, na capital paulista, para a realização de exames médicos. Em carta encaminhada hoje aos companheiros de legenda e da coligação Unidos por São Paulo - encabeçada no Estado pelo tucano Geraldo Alckmin - Quércia diz que, por motivos de saúde, está impossibilitado de viajar em campanha pelo Estado e que agora necessita de mais tempo para exames aprofundados e tratamento médico. "Período em que naturalmente não poderei ir às ruas ou realizar viagens, minha participação só poderá ser pela TV, rádio e internet", diz.

        

        

        Na carta, o peemedebista não explicita o motivo de saúde que o levou a se ausentar das agendas de rua neste período da campanha. Pessoas próximas a Quércia informaram que no início do ano ele foi submetido a uma cirurgia de hérnia de disco e deveria seguir os procedimentos exigidos pelos médicos para o período de recuperação.

        

        Contudo, esse tempo coincidiu com o início da movimentação em torno de sua campanha ao Senado Federal. Por essa razão, o peemedebista não conseguiu levar o tratamento adiante. Nos últimos dias, quando a campanha começou a entrar em um ritmo mais acelerado, Quércia sentiu a necessidade de reavaliar o estado de saúde para retomar o tratamento médico, disseram as mesmas fontes.

        

        De acordo com essas pessoas, apesar da pausa nas atividades de rua, o candidato está otimista com a campanha em São Paulo e ressalta a "disposição de seguir lutando, sem descanso, para reconquistar as condições físicas o mais rápido possível".

        

        Na carta aos correligionários do PMDB e aos membros dos partidos que compõem a coligação (PSDB, DEM, PPS, PHS, PMN e PSC), Orestes Quércia agradece a solidariedade que tem recebido e reitera a lealdade do PMDB às candidaturas tucanas de Alckmin (ao governo de São Paulo), de José Serra (à Presidência da República) e de Aloysio Nunes (ao Senado).

        (Informações do Estadão)

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