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APARECIDA DO TABOADO

Quadrilha mantinha usuário de drogas em cativeiro

Quadrilha mantinha usuário de drogas em cativeiro
15/06/2012 10:50 - DA REDAÇÃO


A Polícia Civil divulgou ontem (14) que prendeu com apoio da Polícia Militar, na terça-feira (12), Jonathan Lopes Canola Gonzales, 23 anos, o Paulista, Ailton Carlos Aranha Júnior, 25 anos, Tanako Klityson Souza Soares, 23 anos, e Chaleston Gomes de Araújo, 20 anos, por crimes de extorsão mediante sequestro, formação de quadrilha, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e corrupção de menores.

Eles foram flagrados quando mantinha um usuário de drogas em cativeiro, numa residência situada no Jardim Samara, onde também foram apreendidos diversos objetos usados para torturar a vítima, dentre eles um revólver, calibre .32, e algumas porções de maconha.

A vítima, um jovem de 27 anos, teria sido sequestrada em razão de uma dívida que tinha com os traficantes Jonathan e Ailton. Quando foi resgatada, estava bastante debilitada e ensanguentada, com lesões inclusive na cabeça.

Em depoimento, o rapaz afirmou que, no dia 10 (um domingo), foi levada pelos traficantes a um canavial, onde foi amarrado e, de joelhos, torturado, recebendo, inclusive, uma coronhada na cabeça. Algumas horas depois, foi levada à residência localizada na Rua Alexandrina Alves Marques, onde os demais membros da quadrilha se revezavam nas agressões. O jovem teria sido deixado sem comida, até ser resgatado pelos policiais.

Ailton, que cumpria pena em regime aberto pela prática dos crimes de tráfico de drogas e porte de arma, foi localizado pela PM no município de Paranaíba (MS), em um veículo GM Kadett. Tanako também cumpria pena, em regime semiaberto, pela prática do crime de roubo. Dois adolescentes que participaram dos crimes foram apreendidos e devem ser submetidos a medidas socioeducativas.

Fonte: Polícia Civil

Felpuda


Figurinha começou a respirar aliviada, embora ainda esteja na corda bamba. Isso porque mudou de mãos o processo cuja sentença poderá mandá-la para casa definitivamente. Assim, pela “jurisprudência” com a qual o “analista” é conhecido, pode ser que o resultado seja bastante favorável, permitindo que a então desesperada pessoa continue com o assento em Brasília. Vamos ver!