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SEM AGITO

Pular Carnaval não é unanimidade; retiro espiritual é opção

Pular Carnaval não é unanimidade; retiro espiritual é opção
01/03/2014 00:00 - DA REDAÇÃO



   José Costa Ayres Junior divulga o retiro “Alegrai-vos”, da Paróquia São João Bosco (Paulo Ribas)

Pular Carnaval não é unanimidade. Principalmente entre os campo-grandenses. Esta semana, o Correio B publicou dados curiosos de uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa de Mato Grosso do Sul (Ipems). A maioria dos entrevistados, cerca de 72%, afirmou não ter interesse pelo Carnaval. A reportagem está na edição de hoje (01) do jornal Correio do Estado.

O que fazem, então, os moradores da Capital nesta época do ano?

Outra pesquisa, dessa vez da Fecomércio-MS, aponta que 5% da população aproveita os dias de folga para rezar, orar ou participar de encontros espirituais.

A maioria dos devotos é adolescente, segundo os organizadores dos retiros. “Os jovens vivem a busca desenfreada pela felicidade”, explica José Costa Ayres Junior, organizador do retiro “Alegrai-vos”, da Igreja Católica. 

Para José, os adolescentes e jovens adultos enxergam no retiro a possibilidade de se encontrarem. “Muitos percebem que as festas e exageros do Carnaval não os preenchem e buscam outras opções”, diz. 

As amigas Carolina Yuka Yamamoto, 22 anos, e Issabele Mayumi, 21, estão acostumadas a ignorar as festas de Carnaval em troca de alguns momentos dedicados a Deus.

As universitárias ocupam os dias de suposta folia com muitas orações, reflexões e períodos de tranquilidade. “Eu vou ao retiro desde pequena”, comenta Carolina.

Elas são devotas da Igreja Evangélica Holiness do Brasil. Para participar do encontro espiritual, viajam até uma chácara no interior de São Paulo, acompanhadas da comunidade Holiness de Campo Grande.

Carolina e Issabele estavam ansiosas pela viagem. Embarcaram na madrugada de hoje. A reportagem é de Eduardo Fregatto.
 

Felpuda


O desgaste de antigas lideranças nacionais, com reflexo em nível local, é a maior preocupação dos dirigentes de partidos para as eleições deste ano, que terá reflexo em 2022. Em épocas passadas, essas figurinhas cruzavam os céus do País para visitarem os municípios e pedirem que a população votasse em seus ungidos. Agora, com pendências judiciais e poder enfraquecido, dificilmente seriam convidadas. A pandemia, que resultou no isolamento social, foi a pá de cal.