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POLÍTICA

PSOL parte para ofensiva contra adversários

PSOL parte para ofensiva contra adversários
31/08/2010 08:20 -


O PSOL mudou a estratégia e decidiu partir para a ofensiva contra os adversários na batalha pelo Governo do Estado. O candidato do partido, Nei Braga, passou a usar o tempo da propaganda política para atacar os rivais. O primeiro alvo foi o candidato do PT José Orcírio dos Santos, mas ele promete mostrar ainda as deficiências da gestão do governador André Puccinelli (PMDB). “Em um primeiro momento, mostrei minha proposta. Agora, vou mostrar o que os outros governadores não fizeram por Mato Grosso do Sul”, declarou Braga.
Ontem, em inserções da coligação no rádio, o candidato do PSOL acusou o governo do PT de ter deixado ao Estado dívida de mais de R$ 1 bilhão e criticou os programas sociais implantados pelos petistas. “Temos que criar empregos e não distribuir sacolão”, defendeu.
Questionado sobre os motivos de os ataques se restringirem ao PT, Braga explicou que fará “críticas na medida em que achar pertinente”. “Não vou poupar ninguém”, avisou. “Sou candidato porque considero que os demais governadores deixaram a desejar, por isso, vou falar de todos”, disse. “Só não vou adiantar as críticas ao governo do PMDB porque é surpresa”, concluiu.   
Por outro lado, o presidente regional do PSOL, Lucien Rezende, informou que o foco inicial “é tirar votos do Zeca (Orcírio)”. “Queremos encostar nele”, revelou. Indagado sobre os motivos da estratégia, ele explicou que em nível nacional “nós batemos no PT”, mas reconheceu que também é contra o projeto do PSDB, que conta com o apoio do governador André Puccinelli na disputa pela sucessão presidencial. (LK)

Felpuda


Apesar de ainda fazer certo charme no estilo “se chamar, vou pensar” é praticamente certo que ex-candidato ao governo do Estado nas eleições passadas não participará da disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Nos meios políticos é falado que não se trata de “novidade” e que não haverá mais cavalo encilhado passando na sua frente. Ele ainda insinua que poderá voltar em 2022, mas há quem diga que não precisará pensar, pois faltará a tal da “chamada”.