CIDADES

Protesto no Jardim Tarumã cobra ação mais enérgica contra violência

Protesto no Jardim Tarumã cobra ação mais enérgica contra violência
22/02/2010 03:50 -


O protesto contra o assassinato de Paulo Henrique Rodrigues, 17 anos, ocorrido na última quarta-feira, levou centenas de pessoas às ruas dos bairros Jardim Tarumã e Coophavila II, em Campo Grande. Pelo menos duas mil pessoas, conforme estimativa da Agência de Transporte e Trânsito, participaram do manifesto contra a violência. Além de parentes e amigos de Paulo, também estiveram presentes integrantes da família de Rogério Mendonça, 2 anos, morto durante uma briga de trânsito em novembro do ano passado. Paulinho, como era conhecido, foi assassinado com um tiro no coração após assalto a uma mercearia no Tarumã. Ele estava trabalhando na calçada da bicicletaria do tio quando os bandidos saíram atirando durante a fuga e um dos disparos o atingiu. “Para mim a Justiça apenas será feita quando os bandidos que mataram meu filho forem julgados e condenados. Eles não podem sair da cadeia, porque certamente voltarão a matar inocentes”, desabafou Maria Aparecida dos Santos, mãe de Paulinho, ao falar sobre o fato de os autores do crime já estarem presos. Durante todo o percurso a população pedia paz e justiça. “A dor que a mãe do Paulo está sentindo agora, eu estou sentindo há três meses. Viemos aqui em solidariedade a essa família que perdeu um ente querido que foi morto sem a mínima chance de se defender, assim como meu filho que era apenas uma criança”, salientou Ariana Mendonça Pedra, 22 anos, mãe de Rogério.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".