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CAPITAL

Protesto de médicos mobiliza categoria

Protesto de médicos mobiliza categoria
07/04/2011 09:28 - DANÚBIA BUREMA/ROSANA SIQUEIRA


A mobilização dos médicos em protesto contra a política dos planos de saúde e os valores irrisórios pagos nas consultas deve reunir cerca de 3 mil profissionais em todo o Estado. A estimativa é do presidente do Sindicato dos Médicos de MS (Sinmed) Marco Antônio Leite. Ele frisa que apenas na Capital cerca de 2 mil médicos que atendem planos de saúde paralisaram o atendimento hoje.

Leite destaca que hoje apenas serão atendidos os pacientes previamente agendados e todos os casos de urgência e emergência. O protesto acontece pela defesa da saúde suplementar, pela prática segura e eficaz da medicina, e especialmente por mais qualidade na assistência prestada aos cidadãos.

Segundo o presidente do sindicato, os médicos querem aumento no valor pago pela consulta nos planos de saúde que hoje é de R$ 40,00. "Os planos de saúde faturam alto e não repassam para os médicos", afirmou. Ele destaca que a categoria reivindica valor de R$ 100,00 a ser pago pela consulta.

Na sua avaliação a melhoria nos valores pagos aos médicos dentro dos planos de saúde poderia contribuir até mesmo para melhorar a saúde pública. De acordo com ele, sendo melhor remunerado dentro dos convênios de planos de saúde os médicos poderiam atuar mais para a população pois não precisariam de uma carga de trabalho tão grande.

Pela manhã, cerca de 50 médicos, principalmente ginecologistas, estiveram na Praça do Rádio Clube fazendo a mobilização. Hoje à tarde os médicos devem participar de audiência pública na na Assembleia.

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.