Sábado, 24 de Fevereiro de 2018

Prostituta de luxo narra "orgias" em casa de Berlusconi

12 JUL 2009Por 13h:09
     

Patrizia D'Addario, a mulher que diz ter recebido 2 mil euros para manter relações sexuais com o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, contou agora que não quis dormir com o político em uma noite porque no quarto havia outras duas jovens prostitutas, e ela não gosta de "orgias".

"Nunca gostei de orgias e teria ficado em uma situação desagradável", diz Patrizia, em um amplo artigo publicado hoje pelo jornal La Repubblica, que volta a reiterar que Berlusconi sabia que as mulheres que iam a suas festas em Palazzo Grazioli, em Roma, eram prostitutas de luxo, e as pedia ao empresário Giampaolo Tarantini.

Tarantini está sendo investigado pela Procuradoria de Bari por suposta indução à prostituição.

Patrizia, 42 anos, aspirante a política, disse ao jornal que na noite de 15 de outubro de 2008 não quis dormir "na cama grande" de Palazzo Grazioli, dada pelo líder russo Vladimir Putin a Berlusconi, porque, naquela ocasião, havia no jantar "pelos menos cinco (prostitutas de luxo), duas delas muito vistosas e lésbicas".

O jornal afirma que as declarações de Patrizia foram confirmadas por outra mulher, Maria Teresa De Nicoló, 37 anos, que participou de outras festas e que disse que o "ritual" era o mesmo.

 

As informações são da Agência EFE

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