CIDADES

Proprietário de jornal que matou no trânsito colocado em liberdade

Proprietário de jornal que matou no trânsito colocado em liberdade
09/02/2010 08:29 - BRUNO GRUBERTT


O proprietário do jornal O Independente, Agnaldo Ferreira Gonçalves, acusado de assassinar um menino de 2 anos e balear outro homem em uma briga de trânsito, teve o pedido de habeas corpus aprovado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) e, após 80 dias de detenção no Presídio de Trânsito de Campo Grande, foi solto ontem à tarde. “Ele foi liberado e já está em casa”, afirmou Valdir Custódio, advogado de Agnaldo. Segundo relatório do desembargador Romero Osme Dias Lopes, apesar de o Ministério Público Estadual ter se manifestado contra o benefício, a soltura de Agnaldo foi aprovada pela maioria da 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Estado. No ano passado, o juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Aluízio Pereira dos Santos, havia negado liberdade provisória para o empresário. Este ano, o pedido começou a tramitar no dia 8 de janeiro. Prisão O jornalista foi detido em flagrante no dia 18 de novembro do ano passado. Ele foi acusado pelo homicídio do menino Rogério Mendonça, de 2 anos, foi baleado após uma briga de trânsito que envolveu Agnaldo e Ademir Pedra Neto, tio de Rogério. O crime, que ficou conhecido como “caso Rogerinho”, aconteceu no cruzamento da Avenida Mato Grosso com a Rua Rui Barbosa, no mesmo dia da detenção do acusado, e teve repercussão nacional. O avô do menino de 2 anos, baleado no maxilar, foi internado, mas resistiu aos ferimentos. Agnaldo responde pelos crimes de homicídio qualificado, tentativa de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo. A próxima audiência do caso – de instrução e julgamento – foi marcada pela Justiça para o dia 9 de abril, às 14 horas.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".