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Campo Grande - MS, sábado, 20 de outubro de 2018

Projeto Cinema d(e) Horror abre a temporada 2010 amanhã

9 MAR 2010Por 08h:01
Completando três anos, o Projeto Cinema (d)e Horror abre sua temporada de 2010 com o aclamado e polêmico “Anticristo”, do diretor dinamarquês Lars Von Trier. A exibição acontece amanhã na sala Rubens Corrêa, do Centro Cultural José Octávio Guizzo, às 18h30min. Aberto ao público em geral, o projeto visa discutir as relações entre cinema, literatura e o horror na sociedade por meio de obras cinematográficas. As exibições acontecem quinzenalmente.A entrada é gratuita e o filme tem classificação de 18 anos, por conter cenas de sexo explícito e violência física e psicológica. O projeto é realizado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) em parceria com a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul. Coordenado pela professora doutora Rosana Cristina Zanelatto dos Santos, coordenadora de Pesquisa da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UFMS e por Carolina Barbosa Lima e Santos, mestranda de Estudos de Linguagens, “Cinema (d)e horror” propõe debates após a exibição dos filmes, mediadas por acadêmicos e mestrandos. Nessa edição, Hildegard Brum Sobrinho, acadêmico do curso de Letras, conduzirá o debate acerca do filme. Vaiado durante sua exibição no Festival de Cannes, em maio do ano passado, “Anticristo” nasceu de um período conturbado na vida do diretor e roteirista Lars Von Trier. Segundo ele, o filme foi uma forma de expurgar os demônios que o atormentaram quando desenvolveu um sério quadro de depressão. “A escolha do longametragem para a abertura desta edição do projeto se deu pela polêmica que este causou e por ser um filme que retrata bem o horror, em seus aspectos psicológicos e físicos”, explica a mestranda Carolina Barbosa. O enredo de “Anticristo” se desenvolve a partir da morte do filho pequeno de um marido e sua mulher, que durante todo o filme permanecem sem nome. A mulher desenvolve um sério quadro de depressão e, após tratamento com inúmeros profissionais, seu marido decide tratá-la. Para isso, retornam ao local onde ela se sente mais assustada, uma floresta chamada Eden. Dividida em capítulos, a história provoca e choca ao mesmo tempo.
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