Terça, 20 de Fevereiro de 2018

Programas atuam em sinergia, diz ministério

7 MAR 2010Por 09h:00
     

                Da redação

                Do orçamento de R$ 39 bilhões do Ministério do Desenvolvimento Social para este ano, 60% serão destinados para pagamento de Benefício de Prestação Continuada (BPC-Loas), ou seja, algo em torno de R$ 22 bilhões. Para o Bolsa-Família, foram reservados R$ 13,1 bilhões.
                De acordo com a diretora de avaliação do ministério, Júnia Quiroga, esses números demonstram a importância do BPC-Loas para a diminuição das desigualdades sociais no país. "Esses dois programas de transferência de renda atuam em sinergia", afirmou.
                O Bolsa-Família está ligado a programas de melhoria da saúde e da alimentação. "Isso gera impactos positivos, como maior participação das crianças e adolescentes nas escolas e acesso ao crédito. Além disso, as famílias focam os gastos em educação e material escolar. É uma alteração significativa na vida das pessoas, é uma ruptura de um ciclo", anotou.
                Júnia ressaltou que, entre os anos de 2002 e 2008, mais de 20 milhões de brasileiros conseguiram superar as condições de pobreza por causa da associação desses dois programas com a liberação dos benefícios previdenciários.
                O BPC é direcionado para idosos e pessoas com deficiência com renda de até 1/4 do salário mínimo. O Bolsa-Família é destinado à famílias em situação de pobreza ou de extrema pobreza. (Do Estadão)

                 

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