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MÚSICA

Primeiro MS Canta Brasil do ano terá Fernanda Abreu na Capital

Primeiro MS Canta Brasil do ano terá Fernanda Abreu na Capital
28/03/2011 10:43 - notícias ms


O 1º MS Canta Brasil de 2001 terá shows com Fernanda Abreu e Serjão Loroza. A garota carioca divide o palco com Marina Dalla, no próximo dia 3 de abril (domingo) às 17h30min, no Parque das Nações Indígenas, com entrada gratuita.

O projeto MS Canta Brasil, neste ano de 2011, tem a previsão de cinco edições, em 2010 foram oito: Biquíni Cavadão (Delay), Monobloco (Sampri), Lenine (Curimba), Gilberto Gil (Aldeia Black), Leoni (Muchileiros), Diogo Nogueira (Gideão Dias), Lulu Santos (Mandioca Loca) e Titãs (Jennifer Magnética).

Além de Fernanda Abreu, o show tem a participação especial do cantor e ator global Serjão Loroza, muito conhecido pelo público por sua faceta humorística. Em 2006, Loroza resolveu investir na carreira solo, já em 2007 lançou o álbum MPB – Música Brasileira de Pista. Agora, voltando às raízes, Serjão reuniu instrumentistas de diferentes escolas de samba do Rio para formar a banda Us Madureira.

Fernanda Abreu

Fluminense de nascimento vascaína de coração, Fernandinha Abreu é filha de mãe carioca e pai português. Carrega em sua arvore genealógica, ainda, a descendência negra e indígena. Fernanda se considera retrato da miscigenação brasileira.

Fernanda teve uma infância tranquila, filha de família de classe média, sempre estudou em escola pública, por princípio dos pais, o que refletiu na diversidade dos amigos. Desde criança viveu em ambiente musical, um casal de amigo de seus pais tinha um grupo chamado “A Patota”, em que seu pai, Armando, tocava cuíca e Vera, a mãe, cantava e tocava Ganzá.

O tempo passou. A Blitz, banda-escola de Fernanda Abreu, se desfez de sua formação original. 21 anos se passaram desde o lançamento de “Sla Radical Dance Disco Club” (1990), primeiro disco solo. O álbum desligava a cantora da linguagem POP-performance-deboche-diversão da Blitz e fechava foco nas pistas de dança.

A música tem uma identidade forte, um estilo próprio. As letras, cheias de citações ao cotidiano carioca, vincularam o trabalho da cantora à sua cidade. Ela chegou a ser chamada de “Embaixatriz do Funk” pelo jornalista Silvio Essinger, pois não é de hoje que Fernanda faz funk. Em seu primeiro disco solo, de 1990, já constava a presença de scratches do DJ Marlboro em suas músicas.

Marina Dalla

Marina Dalla trabalha com música há mais de dez anos nos bares de Campo Grande; apresentou-se em projetos como Cena Som, Som da Concha, Festival América do Sul, Sesc em Cena ente outros, além de ter um CD solo feito com recursos do Fundo de Investimentos culturais (FIC/MS).

A jovem Marina possui uma sonoridade, que segundo jornalistas de Mato Grosso do Sul, está na mesma linha de Maria Gadú e Fernanda Takai. Dalla foi elogiada por seu trabalho por artistas de renome nacional como a própria Maria Gadú, Seu Jorge e Roberta Sá, com quem Marina dividiu quarto no Reality Show “Fama” da Rede Globo de Televisão.

Toda essa sonoridade de Marina tem a ver com sua estada em Mato Grosso do Sul, Estado que aprendeu a amar, e que teve oportunidade de conhecer e aprimorar seus dotes musicais com ícones de nossa cultura, como Geraldo Rocca, Geraldo Espíndola e Paulinho Simões.

Felpuda


As definições no que se relaciona aos nomes para a disputa eleitoral vêm ocorrendo aqui e acolá. Pré-candidato que sonha comandar cidade o interior poderá deixar de ver o seu sonho realizado. É que o dito-cujo terá de enfrentar as lembranças de rumoroso caso que se tornou escândalo depois da denúncia de uma servidora. Há quem garanta que é só a campanha começar para a história ser contada capítulo por capítulo. Afe!