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FRANÇA

Primeira-dama deixa hospital após uma semana internada

Primeira-dama deixa hospital após uma semana internada
18/01/2014 16:00 - FOLHA PRESS


Valérie Trierweiler, mulher do Presidente da França, François Hollande, deixou hoje o hospital Pitié-Salpêtrière uma semana após ter sido hospitalizada, segundo o site da revista "Paris Match", publicação para qual Trierweiler trabalha.

Ela deixou o hospital logo após as 10h (horário de Brasília) e foi para a residência oficial de La Lanterne em Versalhes para descansar. Não houve confirmações por parte do Presidente e de Trierweiler.

Anteontem, Hollande fez uma visita à primeira-dama, hospitalizada por necessidade de repouso depois dos relatos de que o mandatário tem uma amante, disse uma fonte de seu gabinete.

Até então, o presidente tinha se comunicado com Trierweiler apenas por telefone e mensagens de texto, e tinha enviado também flores e bombons, mas os médicos, segundo a imprensa francesa, tinham vetado sua presença.

Trierweiler, cujo envolvimento com Hollande teve início quando ele ainda era casado com Ségolène Royal, foi internado no hospital no último sábado após a revista de fofocas "Closer" publicar imagens de Hollande em uma visita noturna ao apartamento da atriz Julie Gayet, em Paris.

Separação

Hollande teria pedido para a primeira-dama assinar um termo de separação no último sábado, informou a publicação francesa "Le Nouvel Observateur".

De acordo com o veículo, o mandatário acreditava que o casal poderia assinar um comunicado em que admitiam a separação, iniciativa que não teria obtido sucesso.

Os relatos sobre o caso com Gayet, que Hollande não confirmou nem negou, levantaram dúvidas sobre a permanência de Trierweiler na posição primeira-dama da França e se acompanhará o presidente em visita aos EUA no dia 11 de fevereiro.

Primeira-dama

Formalmente, não há primeira-dama na França, embora a mídia se refira assim a Trierweiler. A Constituição do país não concede status ao cônjuge de quem ocupa a Presidência, mesmo quando ele ou ela é legalmente casado.

A inexistência legal, no entanto, é contrariada na prática: a mulher do presidente tem escritório e secretária no Palácio do Eliseu, oficialmente para receber e-mails dos cidadãos e responder a eles, e suas despesas estão no Orçamento presidencial. Também tem direito a guarda-costas.
 

Felpuda


As várias e várias mensagens que vêm sendo trocadas em grupos fechados, e para poucos, são de que algumas alianças poderão acontecer, mas mediante a troca de comando em alguns órgãos importantes. Seriam entendimentos para atender siglas de matizes bem diversos que vêm tentando criar dificuldades para vender facilidades. Se as negociações forem concretizadas, tornarão os caminhos sem muitas barreiras. A conferir.