Sábado, 17 de Fevereiro de 2018

represália

Presos tentam atear fogo em delegacia

22 DEZ 2010Por NADYENKA CASTRO02h:15

Criminosos tentaram incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Coronel Sapucaia, município que fica na fronteira com o Paraguai. O atentado aconteceu na noite do último domingo e, de acordo com a delegada Marina Lemos Monteiro Conceição, já há suspeitos do crime.

Por volta das 21h30min, o policial que estava de plantão escutou um barulho diferente no alojamento. Ao chegar no local, viu que a parede próxima à janela do local estava em chamas. Ao olhar para fora, viu mais dois focos de incêndio na calçada.

O plantonista então saiu da unidade e constatou que havia gasolina na viatura Blazer estacionada em frente à unidade e também uma garrafa tipo long neck com gasolina e pavio de pano próxima à parede em chamas.

A delegada Marina acredita que os autores tenham jogado o coquetel molotov na parede e depois iriam colocar fogo na viatura, mas não tiveram tempo de finalizar o crime porque podem ter visto o policial e fugido. Para a responsável pela delegacia, os autores tentaram colocar fogo na unidade de segurança em represália a prisões de ladrões de motocicletas.

A delegacia de Coronel Sapucaia fica em frente à faixa de fronteira, a aproximadamente 20 metros do território paraguaio.

 Fuga
Já em Campo Grande, Christian Rampagne Castedo, 35 anos, preso por assassinar Regina Bueno França, de 40 anos, e Cláudia de Araújo Mugnaíne, de 34 anos, encontradas degoladas dia 1º de dezembro deste ano no Jardim Tijuca, em Campo Grande tentou fugir da cadeia. Ele foi flagrado serrando as grades de uma das duas celas da 6ª Delegacia de Polícia Civil.

Na noite do último sábado (18), o policial civil de plantão na unidade estranhou o barulho que fazia no local e ao verificar as celas, encontrou Christian e Alaer Vilhalva da Silva, 22 anos, serrando a grade de acesso à área externa da delegacia. Parte da grade já havia sido serrada. Na cela havia outro preso, o qual não participou da tentativa de fuga. Após o flagrante, foi feita uma revista na cela e apreendidos diversos pedaços de serra-metal, chaves mixa e um canivete. Christian e Alaer confessaram que tentavam fugir e disseram que já estavam serrando as grades havia cinco dias.

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