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FRONTEIRA

Presos acusados de morte do chefe da Dinatran

Presos acusados de morte do chefe da Dinatran
02/02/2014 16:27 - DA REDAÇÃO


A policia nacional do Paraguai, com informações do serviço de inteligência, apreendeu os supostos autores do assassinato do chefe da Dirección Nacional de Transporte (Dinatran) de Pedro Juan Caballero, Lúcio Leonardo Bogado, que aconteceu na noite de ontem (01) em frente a residência da vítima.

A ação para encontrar os criminosos foi comandada pelo Chefe de Ordem e segurança Juan Fernandez e os promotores Juan Carlos Blanco e Kátia Uemura, sendo que na operação foram presas três pessoas, 2 são irmãos e menores de idade, um tem 15 anos e outro 13, que são os suspeitos de terem atirado em Bogado.

A mãe dos menores, a brasileira Aparecida Ferreira,de 42 anos, foi presa por tráfico de drogas e a quarta pessoa o também brasileiro Elias Aparecido Brites Gonçalves, de 24 anos, foi detido para prestar esclarecimento junto ao Ministério Público do Paraguai.

A casa onde ocorreu a prisão fica na Vila Industrial de Pedro Juan Caballero, a uns 50 metros de onde ocorreu o crime. No local, os policiais e promotores encontraram 120 gramas de cocaína e 18 quilos de maconha, duas motocicletas da marca Star de cor preta e outra de cor vermelha que foram levadas para comissária como evidências do crime.

Os menores vinha praticando diversos crimes na fronteira Brasil-Paraguai e de acordo com as informações da promotoria, eles estariam servindo como ''soldados'' do PCC na cidade Paraguaia.

Até o momento a policia e os promotores não informaram os motivos que levaram os dois menores a praticarem o crime.

O crime

Na noite de ontem (01), por volta das 22h20min, dois homens em moto chegaram na residência de Lúcio Leandro Meza (44) e o executaram com vários tiros de revólver calibre 38

Felpuda


O desgaste de antigas lideranças nacionais, com reflexo em nível local, é a maior preocupação dos dirigentes de partidos para as eleições deste ano, que terá reflexo em 2022. Em épocas passadas, essas figurinhas cruzavam os céus do País para visitarem os municípios e pedirem que a população votasse em seus ungidos. Agora, com pendências judiciais e poder enfraquecido, dificilmente seriam convidadas. A pandemia, que resultou no isolamento social, foi a pá de cal.