Preso policial acusado de assalto a banco

Preso policial acusado de assalto a banco
05/02/2010 02:34 -


O policial militar Guilherme Vaz Lopes Luís, 25 anos, acusado de ser um dos responsáveis pelo assalto ao caixa eletrônico do Banco do Brasil, em Caarapó, já está preso. Depois de vários dias de investigação e de ser apontado com o suspeito do roubo, Vaz foi preso por mandado judicial, em Dourados. Com ele também foi presa a namorada, Cintia Aparecida Loureiro, 21 anos, que teve participação ativa no crime e que seria a pessoa que havia ficado com o dinheiro do roubo. A prisão foi cumprida por uma equipe do Garras, que levou a mulher para Campo Grande, enquanto o policial foi encaminhado para o 3º Batalhão da PM de Dourados, onde era lotado. O crime ocorreu no dia 9 de janeiro e a partir daí as investigações foram iniciadas. Uma denúncia anônima levou a polícia até a mulher, porque algumas notas com cheiro de fumaça foram passadas no comércio, tanto de Caarapó como de Dourados. Os responsáveis pelo crime utilizaram um maçarico para abrir o caixa e muitas cédulas foram queimadas parcialmente. Após identificar a mulher, a polícia localizou em sua casa parte do dinheiro e resgatou móveis, eletrodomésticos e outros produtos que ela havia comprado com os R$ 50 mil roubados da agência bancária. O policial militar, namorado da jovem, e que prestava serviço em Caarapó, estava de plantão no dia do assalto e teria facilitado o crime.
smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".