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VIOLÊNCIA

Preso contradiz Corinthians e diz que 'entrou pela porta da frente' no CT

Preso contradiz Corinthians e diz que 'entrou pela porta da frente' no CT
20/02/2014 18:15 - FOLHA PRESS


 Em depoimento no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), o corintiano Gabriel Monteiro de Campos, um dos três torcedores presos pela polícia hoje na Operação Hooligans, afirmou que entrou pela "porta da frente" no CT do clube no último dia 1º.

A informação contradiz o presidente do clube, Mário Gobbi, e o diretor de futebol Ronaldo Ximenes. "Todo mundo viu que eles não entraram pelo portão da frente. Foi uma invasão agressiva e violenta", disse Ximenes, que estava no CT no dia do incidente.

A invasão ao local de treinos aconteceu em protesto contra o mau desempenho da equipe, principalmente na derrota por 5 a 1 para o Santos pelo Paulista na Vila Belmiro.

Segundo o clube, os invasores furtaram coletes, equipamentos de treino e três celulares, um deles do meia peruano Ramirez. Outro peruano, o atacante Paolo Guerrero, foi "esganado" por torcedores, de acordo com o presidente do Corinthians, Mário Gobbi. Uma recepcionista foi agarrada pelo pescoço, também na versão do clube.

Além de Gabriel Monteiro de Campos, os outros torcedores presos hoje foram Tarcísio Diniz e Danilo dos Santos Gomes, que tem, segundo a polícia, passagem por furto.

Os torcedores foram identificados com base em imagens das câmeras de segurança do CT, que foram cedidas pelo clube à polícia. Vinte pessoas foram identificadas, mas, por enquanto, há mandados de prisão para apenas cinco deles.

Um outro torcedor foi preso em flagrante por porte ilegal de arma. Além deles, ao menos 11 torcedores foram detidos durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão nas sedes das principais torcidas organizadas do clube Gaviões da Fiel, Pavilhão 9 e Camisa 12.
 

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?