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Prefeituras enxugam gastos para fechar o ano com contas em dia

17 AGO 10 - 08h:59
ADRIANA MOLINA / ANAHI ZURUTUZA

A queda de 15% nos repasses federais a Mato Grosso do Sul, entre maio e julho, passando de R$ 103,4 milhões, para R$ 87,8 milhões, conforme dados do Ministério da Fazenda, obrigou prefeituras do Estado a enxugar gastos para fechar o ano com as contas em dia. Alguns municípios como Dourados, Caarapó, Nova Andradina e Campo Grande estão adotando medidas para reduzir os custos com a máquina. Só na Capital, a intenção é de economizar R$ 30 milhões até 31 de janeiro de 2011.
A Prefeitura Municipal de Campo Grande oficializou ontem a primeira das ações,  referente à folha de pagamento dos funcionários. Decreto, publicado no Diário Oficial do Município, prevê cortes em promoções, substuição de funcionários em férias e contratações para cargos em comissão, além de convocações de aprovados em concurso público. Espera–se que só nesta etapa, sejam economizados cerca de R$ 7,5 milhões, em cinco meses.
“A nossa meta é economizar de 12 a 15% no custeio. Isso quer dizer, não é só com pessoal (referiu-se ao decreto) é redução no custeio mesmo, em todas as ações. Vamos reduzir o repasse para as secretarias e cada secretário vai ter de usar a criatividade, vai ter que se adequar em cima disso”, afirmou o prefeito Nelson Trad Filho.
Cada secretaria terá que se enxugar os gatos para cumprir as metas impostas pela prefeitura, reduzindo gastos com energia elétrica, frota, e até mesmo materiais de escritório. O prefeito enfatizou que as ações não devem interferir em cronogramas de obras e em nenhum outro projeto de investimento da prefeitura em relação à comunidade. O objetivo é reduzir apenas os gastos internos da máquina.

Redução
Em Campo Grande, os repasses constitucionais foram 16,34% menores entre maio e julho, saindo de R$ 24,866 milhões para R$ 20,802 milhões. Apenas o repasse do FPM, teve redução de 37,25%, caindo de R$ 8,089 milhões em maio, para R$ 5,033 milhões em julho. Outro recurso, do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) passou no mesmo período de R$ 16,671 milhões para R$ 15,181 milhões, revelando queda de 9%.
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