sexta, 20 de julho de 2018

MUDANÇA DE PLANO

Prefeitura volta atrás e não interditará rua

24 OUT 2010Por DANIELLA ARRUDA00h:55

Após divulgar anteontem interdição da Rua Paulo Coelho Machado, a partir de amanhã (25), para dar prosseguimento a obras de contenção de enchentes na região do Shopping, a Prefeitura de Campo Grande voltou atrás e decidiu adiar a intervenção para o ano que vem.

Segundo o secretário municipal de Governo e Relações Institucionais, Rodrigo de Paula Aquino, havia um planejamento inicial para realizar essa interdição, com duração prevista de 60 dias, porém a administração municipal resolveu suspender a medida até que seja encerrada a primeira etapa dos trabalhos, que consiste na construção da galeria de águas pluviais no estacionamento do centro comercial.

"Para evitar transtornos no entorno do Shopping durante o período de festas, quando aumenta o volume de pessoas na cidade, principalmente de visitantes, será primeiramente concluída a etapa interna do shopping. Assim que houver condições de liberar o estacionamento e seus acessos, a Paulo Coelho Machado vai ser interditada para obras", explicou.

 

Obras
As obras no estacionamento do Shopping começaram no início de agosto. Atualmente, operários trabalham na construção de uma galeria de 220 metros de comprimento, 7,5 metros de largura e 3 metros de altura. A nova estrutura, que substituirá os antigos tubos ármco, vai auxiliar na drenagem das águas pluviais de bairros como Carandá e Autonomista e, ainda, diminuir o volume recebido pela galeria já construída na Avenida Ricardo Brandão.

Além das obras no estacionamento do Shopping, a prefeitura mantém ainda duas outras frentes de trabalho antienchentes — na Rua Ceará e Avenida Ricardo Brandão e no cruzamento da Avenida Mato Grosso com a Via Parque. Estas duas últimas têm previsão de serem concluídas em 30 de novembro. Todas as intervenções, que incluíram ainda recapeamento de vias públicas impactadas pelas chuvas de dezembro do ano passado e fevereiro deste ano no entorno dos córregos Prosa, Vendas e Sóter, estão orçadas em R$ 20 milhões, custeadas com verbas emergenciais do Ministério da Integração Nacional.

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