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INFRAESTRUTURA

Prefeitura tem R$ 1 bilhão da União para tocar obras

Prefeitura tem R$ 1 bilhão da União para tocar obras
15/03/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


A nova administração da Prefeitura de Campo Grande tem o desafio de gerir quase R$ 1 bilhão em obras na Capital. Um valor de R$ 500 milhões inclui casas populares a serem entregues e obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que já estão em andamento ou em vias de serem licitadas. Mais R$ 490 milhões estão perto de serem contratados através do PAC Mobilidade e PAC Asfalto. A reportagem está na edição de hoje (15) do jornal Correio do Estado.

Em reunião na manhã de ontem na Caixa Econômica Federal (CEF), o prefeito Gilmar Olarte (PP) e o secretário de infraestrutura Semy Ferraz conversaram com o superintendente da instituição, Paulo Antunes sobre os projetos que dependem do banco para saírem do papel ou terem continuidade. “Vamos fazer o levantamento de todos os contratos entre a Caixa e a prefeitura para dar andamento”, disse o prefeito.

O superintendente da CEF enfatizou que somente do PAC há dois contratos em andamento: dos Parques Lineares do Anhanduí, Bálsamo e Segredo e dos Parques Lineares do Cabaças e Areias. O único que falta ter licitação aberta é do rio Anhanduí, que está emperrado desde 2012.

A previsão é de que o processo licitatório seja aberto agora em abril. Se tudo correr como esperado, no próximo dia 21 de março a prefeitura se reunirá novamente com a Caixa para entregar o projeto completo do Anhanduí e sendo aprovado, abrir a licitação.

Travadas

 Burocracia e falta de sintonia entre as secretarias travaram maior parte das obras tocadas pela prefeitura até agora. Situações como demora na emissão de licenças ambientais ou liberação de estudos e recursos pelas pastas de educação e saúde atrasaram o calendário de entrega de creches e postos de saúde.

O superintendente da CEF, Paulo Antunes, “todas as obras públicas precisam ser aceleradas”. Não existe risco, segundo Antunes, de que recursos sejam perdidos devido a perda de prazos para prestação de contas, por exemplo. No entanto, os atrasos são parte de “uma série de situações, como a entrada de novos secretários, novo prefeito que precisam ser posicionados de como as obras estão”, comentou. A reportagem é de Lucia Morel.

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!