POLÍTICA

Prefeitura tem até sexta para apresentar dados à CPI

Prefeitura tem até sexta para apresentar dados à CPI
11/08/2010 07:19 -


Fábio Dorta, de Dourados

A CPI da Saúde deu prazo até sexta-feira (13) para a Prefeitura de Dourados encaminhar toda a documentação solicitada oficialmente para que as investigações não sejam prejudicadas. Se o prazo não for cumprido, poderão ser tomadas medidas judiciais.
A CPI acusa a administração de não ter enviado toda a documentação, principalmente a que se refere às movimentações financeiras. Ontem, prestaram depoimento o secretário municipal de Saúde, Mário Eduardo Rocha, a chefe do almoxarifado da Secretaria, Magali Fernandes Vedovatto, e o presidente do Conselho Municipal de Saúde, João Alves de Souza.
O secretário negou que houve má-fé na entrega da documentação e afirmou que o problema será sanado. De acordo com o vereador Dirceu Longhi (PT), que preside a CPI, Mário Eduardo Rocha alegou que os documentos são enviados por meio da Secretaria Municipal de Governo e que o restante será encaminhado em tempo hábil. De acordo com Dirceu Longhi, a fase de depoimentos foi praticamente encerrada com as oitivas realizadas ontem. Hoje os três integrantes da CPI irão se reunir para definir os próximos passos, já que o relatório deve ser apresentado até o dia 29. Além de Longhi, atuam na CPI Humberto Teixeira Júnior (PDT), relator, e Júlio Artuzi (PRB).

Relatório
A CPI foi criada para investigar denúncias de irregularidades na aplicação de recursos nos últimos dois anos da administração do ex-prefeito Laerte Tetila (PT) e nos primeiros 15 meses da gestão atual de Ari Artuzi (PDT). Investigações feitas pela Polícia Federal na Operação Owari e do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (SUS) já apontaram diversas irregularidades.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".