RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

Prefeitos preparam ofensiva para recuperar Fundo de Participação

Prefeitos preparam ofensiva para recuperar Fundo de Participação
05/09/2012 16:00 - DA REDAÇÃO


Os prefeitos preparam uma ofensiva na tentativa de garantir compensações financeiras que cubram a acentuada queda da receita decorrente do encolhimento do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) nos três últimos meses do ano.

Na primeira tentativa, porém, os agentes públicos saíram frustrados de Brasília porque a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) cancelou a audiência que estava marcada para às 15h de hoje (5).

A medida criou certo mal-estar entre os prefeitos e os dirigentes de associações estaduais de municípios convocados para o encontro pelo presidente da CNM (Confederação Nacional de Municípios), Paulo Ziulkoski.

Durante reunião com a ministra, os prefeitos reivindicariam uma suplementação de receita para que os municípios possam fechar as contas no final do mandato.

Uma das alternativas seria a liberação de recursos como parte da Lei Kandir – desoneração dos produtos primários e semielaborados à exportação.

Antes do encontro agendado e posteriormente cancelado, porém, dirigentes de associações municipalistas de todo o País se reuniram pela manhã, no Hotel San Peter, em Brasília, para discutir uma ofensiva como forma de garantir recursos extras do governo federal.

O movimento frustrado dos dirigentes municipalistas antecede ao ciclo de mobilizações que a CNM pretende agendar com o objetivo de sensibilizar o governo federal para a crise enfrentada pelos municípios.

A primeira mobilização está prevista para Brasília, no dia 10 de outubro, no Auditório Petrônio Portela, do Senado, conforme comunicado feito pela CNM.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".