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sexta, 15 de fevereiro de 2019 - 17h14min

Prefeito quer Universidade Estadual na velha rodoviária

27 FEV 10 - 04h:28
A Prefeitura de Campo Grande quer atrair o campus da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) para o antigo Terminal Rodoviário Heitor Laburu, localizado no Bairro Amambaí, que está desativado desde primeiro de fevereiro deste ano. Caso a proposta seja oficializada, pelo menos 350 acadêmicos ocuparão o prédio. A decisão, no entanto, está nas mãos do governador André Puccinelli. Se o governador se manifestar favorável à ocupação, ele poderá solucionar dois problemas de imediato porque dará destino ao prédio, que atualmente está cercado por tapumes e com o comércio em declínio e atenderá às expectativas de estudantes que há muito reivindicam instalações adequadas e ampliação no número de cursos oferecidos na Capital. Animado, o prefeito Nelsinho Trad falou até sobre a possibilidade de a UEMS oferecer curso de Direito em Campo Grande. Durante assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta, na tarde de ontem, no Ministério Público Estadual, ele revelou que a ocupação da rodoviária por parte da universidade depende do Governo estadual. Reforma “Se a rodoviária puder ser transformada em campus da UEMS, será muito bom”, garantiu o reitor da universidade, Gilberto José de Arruda, explicando que o espaço precisaria passar por readequação e reforma para atender às necessidades dos acadêmicos porque não há como ser ocupado nas condições atuais. Apesar da expectativa, o reitor afirmou que por enquanto não existe projeto de reforma do espaço porque a disponibilização da rodoviária para a instituição ainda não foi oficializada pelo poder público. Hoje, as aulas dos cursos de Artes Cênicas, Teatro e Dança, Geografia, Letras com Habilitação em Português / Inglês, Letras com Habilitação em Português / Espanhol, Pedagogia, Normal Superior e Normal Superior Indígena são ministradas nas dependências da Escola Estadual Hércules Maymone. Segundo o reitor, esses cinco cursos seriam transferidos para a antiga rodoviária. Caso a ocupação seja oficializada, Gilberto acredita que o processo de licitação e a reforma para disponibi l i zação de pelo menos 20 salas de aula, além de laboratórios de informática, biblioteca e auditório, levariam em torno de seis ou sete meses, o que não descarta a possibilidade de a transferência ocorrer no segundo semestre deste ano. Já a possível ampliação no número de cursos “está vinculada a essa questão, que precisa ser acertada, mas havendo estrutura vamos avaliar”.
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