NOVA ADMINISTRAÇÃO

Prefeito Olarte sonda vereadores que podem fazer parte do secretariado

Prefeito Olarte sonda vereadores que podem fazer parte do secretariado
14/03/2014 00:00 - ADILSON TRINDADE E TAVANE FERRARESI


O novo prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), está negociando com os partidos a composição do secretariado. A ideia dele é manter alguns integrantes da equipe do prefeito cassado Alcides Bernal (PP) e trocar outros por indicados de aliados políticos. 

Uma provável permanência do petista Semy Ferraz na Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação gerou insatisfação de vereadores. Ele é reconhecidamente o melhor técnico da equipe do prefeito cassado Alcides Bernal.

O que depõe contra Semy é o fato de ser alinhado e aliado ao senador Delcídio do Amaral (PT), que trabalhou intensamente para salvar o mandato de Bernal.  

Com o argumento de “ser profissional”, outro que poderá ficar na prefeitura é o desembargador aposentado e assessor executivo do ex-prefeito Alcides Bernal, Luiz Carlos Santini. 

Já no campo das novidades, destaca-se o possível retorno do PSDB no comando da Secretaria Municipal de Educação. O nome mais cotado para ocupar o cargo é a vereadora Rose Modesto. 

Os vereadores Paulo Siufi (PMDB) e Jamal Salém (PR) serão consultados para a escolha do secretário municipal de Saúde. 

Olarte teria convidado ainda o vereador Eduardo Romero (PTdoB) para assumir a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Romero manifestou interesse pelo cargo.

Existe também o compromisso do prefeito de criar a Secretaria Municipal de Assuntos Fundiários. A bancada do PSD indicaria o titular da pasta. Olarte convidou o vereador Delei Pinheiro para assumir o cargo. 

O prefeito gostaria, ainda, de contar com o vereador Edil Albuquerque (PMDB), ex-vice-prefeito de Nelsinho Trad (PMDB), para a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciências e Tecnologia, Turismo e Agronegócio. 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".