Fale conosco no WhatsApp

Por sua segurança, coloque seu nome e número de celular para contatar um assessor digital por Whatsapp.

Campo Grande - MS, sexta, 14 de dezembro de 2018

CRISE

Prefeito fala sobre atendimento na Santa Casa

26 MAR 2011Por DA REDAÇÃO00h:01

 O prefeito Nelsinho Trad falou, ontem, sobre a situação pela qual passa a Santa Casa de Campo Grande, bem como os resultados obtidos durante a viagem que fez a Brasília no início desta semana.

“A Santa Casa nunca foi problema, ela sempre foi a solução dos problemas de atendimento a saúde em Campo Grande e no Estado. A todo momento, chegam pessoas em estado grave precisando de atendimento e nós o que podemos fazer? Temos que atender, é claro. Temos que salvar vidas, está é nossa prioridade”, desabafou.

Ele ressaltou que desde o primeiro mandato, quando assumiu a intervenção da entidade, tem lutado para garantir que o hospital mantenha as portas abertas e o atendimento total. “Recentemente, realizamos uma reforma parcial na Santa Casa, incluindo pintura externa, construção de pronto-socorro neonatal, disponibilização de 11 leitos no quinto andar na ala B, que faltam apenas ser equipados e mais seis leitos serão utilizados na UTI”, salientou.

Nelsinho explicou, ainda, que o Hospital do Trauma, em construção na área vizinha a Santa Casa, será preponderante para diminuir a lotação enfrentada pelo hospital na atualidade. “Nosso cronograma prevê que a inauguração do novo espaço aconteça até o final do ano e disponha de 150 leitos para atendimentos emergenciais graves”, revelou

Em Brasília

O prefeito comentou sobre a visita que fez a Brasília e a resposta que recebeu, quando comentou a situação crítica da saúde pública em Campo Grande. “O ministro me falou que não é só Campo Grande que passa por esta crise e, sim, que é um problema generalizado e a realidade da maioria dos hospitais nas grandes metrópoles brasileiras”, lembrou.

Na avaliação de Nelsinho Trad, houve uma mudança no perfil dos pacientes que freqüentam o hospital que hoje atende, em sua maioria, vítimas de traumas graves da Capital e do interior do Estado. “Conto com ajuda do Governo do Estado, da Câmara Municipal e dos Ministérios Públicos Estadual e Federal para realizarmos uma força conjunta de trabalho. O objetivo é só um: disponibilizar o mais rápido recursos para atender as necessidades do hospital, porque
se formos esperar pelo governo federal, será no mínimo mais seis meses”, destacou Nelsinho.

 

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Leia Também