ENTRE 9 E 15 ANOS

Prefeito é suspeito de comandar rede de pedofilia no Amazonas

Prefeito é suspeito de comandar rede de pedofilia no Amazonas
20/01/2014 10:00 - terra


O prefeito de Coari, o município com o segundo maior PIB do Amazonas, foi acusado de comandar uma rede de pedofilia, com relatos de abusos sexuais de meninas entre 9 e 15 anos, de acordo com informações do Fantástico.  Adail Pinheiro (PRP) está em seu terceiro mandato. O caso, que conta com depoimentos e vídeos, chegou há pouco tempo no Ministério Público do Estado.

Em 1999, Coari foi surpreendida por uma grande operação da Polícia Federal, por uma suspeita de desvios de mais de R$ 49 milhões. Na época, os policiais também colheram indícios de que o prefeito chefiava uma rede de exploração sexual que contava com servidores públicos para identificar e aliciar as vítimas. O político chegou a ser preso e passou 63 dias na cadeia, mas foi solto por determinação da Justiça. Depois de prestar depoimento em uma investigação do Senado, foi incluído como suspeito na lista da CPI da exploração sexual infantil da Câmara dos Deputados. Setenta processos já foram abertos contra Adail, mas nada aconteceu com ele até agora. O Conselho Nacional de Justiça irá até Manaus para analisar os processos de exploração sexual, inclusive as denúncias contra o prefeito que já foram feitas há quase seis anos. Os conselheiros querem saber por que, apesar de tantas provas e depoimentos, nada aconteceu com os envolvidos até agora. O Conselho disse que vai responsabilizar os juízes e também transferir os processos caso seja comprovada a negligência.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".