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Preço da Cesta cai, mas carne fica mais cara ao consumidor

Preço da Cesta cai, mas carne fica mais cara ao consumidor
06/02/2014 13:30 - TARYNE ZOTTINO


A pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em Campo Grande, apontou uma variação negativa no preço dos treze itens que compõe a cesta básica, na ordem de -4,19%, no primeiro mês do ano. Porém, o churrasquinho de domingo foi prejudicado, já que a carne do campo-grandense ficou mais cara: a variação saltou de 0,26% para 1,66%.

A demanda, ainda aquecida, e a valorização do dólar ajudam a explicar o aumento no volume de exportação da carne e, assim, do seu preço. Mesmo assim, Campo Grande liderou o grupo de cidades onde se observou queda nos preços dos alimentos. Em janeiro, o trabalhador investiu R$ 288,57 para adquirir a Cesta.

Já a família campo-grandense começou o ano pagando R$ 865,71 na Cesta
Básica Familiar, uma redução de R$ 37,89 comparado à dezembro de 2013, quando a cesta custou-lhes R$ 903,60.

Variação mensal Campo Grande

Dezembro/2013 – Janeiro/2014
Produtos e Quantidades Variação mensal (%)

Carne Bovina (6,6 kg) 1,66

Leite (7,5 litros) -13,36

Feijão (4,5 kg) -17,82

Arroz (3 kg) 4,25

Farinha de trigo (1,5 kg) -1,43

Batata (6 kg) -18,98

Tomate (9 kg) -14,63

Pão francês (6 kg) -0,67

Café em pó (600 gr) -2,34

Banana nanica (7,5 dz) 3,51

Açúcar (3 kg) -0,59

Óleo de soja (900 ml) 0,75

Manteiga (750 gr) -7,18

Total -4,19
 

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!