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Campo Grande - MS, domingo, 18 de novembro de 2018

Porteiro de estádio pode receber R$ 8 mil de jogador por agressão

19 AGO 2009Por 08h:42
     

 

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) condenou o jogador de futebol Emerson Figueira Camargo a indenizar em R$ 8 mil o porteiro do Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, por danos morais. O esportista recorreu da sentença que o condenava pela agressão física e por ofensas contra o porteiro Waldir João Inácio de Miranda.

De acordo com o TJ-MG, no dia 13 de julho de 2004, o porteiro, que controlava a entrada e saída de pessoas no lugar reservado aos jogadores, teria impedido o acesso da mulher do atleta porque ela vinha acompanhada de um homem que não portava as credenciais necessárias para permanecer na área restrita.

Segundo depoimento do porteiro, a mulher retrucou que a pessoa que estava com ela era o segurança do esportista e dela própria. Frente à recusa do funcionário, ela teria dito que não entraria sem o segurança, e ambos foram embora sem criar transtorno.

Como o conflito havia sido solucionado de forma pacífica, Miranda disse ter ficado surpreso quando, ao fim da partida, por volta das 23h, o jogador, que na época jogava no Atlético-MG, entrou na guarita de segurança aos gritos, ameaçando-o e insultando-o diante de várias pessoas e desferindo contra ele socos e pontapés. O esportista foi contido pela equipe de administração do estádio, e deixou o local com a chegada da Polícia Militar. Após o episódio, o porteiro registrou a agressão em boletim de ocorrência.

Após decisão de 1ª instância que determinava pagamento de indenização, o jogador apresentou recurso de apelação ao TJ-MG. O desembargador José Flávio de Almeida manteve a decisão anterior, considerando que ele extrapolou "limites da razoabilidade atingindo a integridade física e moral de outrem".

 

Com informações do Terra

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