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ELEIÇÕES 2014

‘Política de MS está virando circo’, <br> diz ex-senador Antonio João

‘Política de MS está virando circo’, <br> diz ex-senador Antonio João
04/02/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Depois de quatro dias de confirmada a pré-candidatura do ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad, à sucessão estadual e da vice-governadora Simone Tebet como pré-candidata ao Senado, o governador André Puccinelli (PMDB) voltou a embaralhar o jogo político com declarações conflitantes. Ele voltou a alimentar a expectativa de concorrer ao Senado. A decisão sobre o seu futuro político, segundo André, acontecerá no dia 6 de abril. O presidente regional do PSD, ex-senador Antonio João Hugo Rodrigues, avaliou a estratégia de André como “espetáculo circense”. Para ele, “a política está virando circo” em Mato Grosso do Sul com a mudança de postura do governador, segundo reportagem na edição desta terça-feira (04) do jornal Correio do Estado.

Ontem, durante a volta dos trabalhos na Assembleia Legislativa, o governador declarou não estar totalmente afastada a hipótese de disputar a vaga ao Senado. Ele disse que, na política, é preciso deixar dúvida sempre. “Eu aprendi com meu amigo Londres Machados (PR), deputado estadual, que em política temos sempre que deixar uma dúvida no ar”. Em seguida, Puccinelli ressaltou que a possibilidade de entrar na corrida eleitoral é de “uma em 1 mil ou uma em 100 mil, ou uma em um milhão”. 

Diante do clima de incerteza quanto às pré-candidaturas de Nelsinho Trad ao governo do Estado e de Simone à vaga no Senado, o presidente regional do PSD avisou que não se coligará com quem não oferece “porto seguro”. Para ele, a demora do PMDB em definir nomes da majoritária virou “palhaçada”, e isso, segundo ele, afasta partidos que poderiam estar ao lado dos peemedebistas na corrida eleitoral. A reportagem é de Tavane Ferraresi.
 

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!