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CASA LAR

Policiais dão aulas de artes marciais para crianças

Policiais dão aulas de artes marciais para crianças
19/02/2014 07:18 - DA REDAÇÃO


O investigador da Polícia Civil e professor de artes marciais, Edson Alves Martins e o Major da Polícia Militar, Josafá Dominoni de Cassilândia (MS), abraçaram a campanha “Conte até 10”, desenvolvida pelo Ministério Público em nível nacional e estão dando aulas de artes marciais para crianças e adolescentes acolhidos na Casa Lar do município.

O projeto com linguagem direta, que tem por objetivo fortalecer a proteção prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é desenvolvido em Cassilândia pelos promotores Bianka Mendes e Adriano Lobo Viana de Resende, com o apoio dos policiais, que viram na prática das artes marciais, um caminho de disciplina e respeito ao próximo, a ser oferecido aos menores acolhidos. 

Edson explica que o Jiu-Jitsu, esporte no qual é faixa preta, e o Judô desenvolve no praticante qualidades como confiança, autocontrole, pró-atividade e cooperação social, além é claro de contribuir significativamente para a formação do caráter do ser humano. “Em pouquíssimo tempo já percebemos uma melhora bastante significativa nas crianças e jovens, o próximo passo agora é colocá-los para competir”, afirma o investigador.

Conte até 10

Atletas como Anderson Silva – campeão mundial de UFC, Júnior Cigano – campeão mundial de UFC, Sarah Menezes – campeã mundial de Judô e Leandro Guilheiro – medalhista olímpico de Judô, estão entre os atletas que protagonizaram a campanha “CONTE ATÉ 10”, desenvolvida pelo Ministério Público em nível nacional no ano de 2012, isso pela certeza da importância e influência que esses atletas tem exercido sobre os jovens do Brasil e do mundo.

Na campanha, esses atletas pediam aos jovens que contassem até 10 antes de partir para a briga, problema recorrente nas escolas. A ação teve um impacto direto nas escolas, onde os promotores de justiça se reuniam com os estudantes que aceitavam o discurso, pelo fato de “falar a língua” deles.
 

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!