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CIDADES

Polícia prende criminoso que matou por uma dívida de R$ 100

Polícia prende criminoso que matou por uma dívida de R$ 100
07/04/2010 23:44 -


Michelle Rossi

A 7ª Delegacia de Polícia  elucidou a autoria do homicídio de Wellington Ferreira, 25 anos,  ocorrido no último dia 25 de janeiro, na Vila Popular, em Campo Grande. O jovem foi morto por uma dívida de R$ 100 e por ter mantido um caso extraconjugal com a mulher de seu assassino confesso, Júlio César de Souza Borges, 27 anos, preso na segunda-feira. O revólver Taurus de calibre 32, usado no crime, foi apreendido.

Júlio foi preso na Vila Popular, depois de uma discussão com a ex-mulher, quando a Polícia Militar foi acionada. Evadido da Colônia Penal, o autor disse em depoimento que a vítima manteve um caso com sua mulher, durante o tempo em que ele esteve preso no Estabelecimento Penal de Segurança Máxima, onde cumpria pena por tráfico de drogas. A traição foi descoberta no ano passado, quando Júlio saiu da prisão de regime fechado e passou para o semiaberto. 

Outro motivo para o crime, relatado em depoimento, foi uma dívida da vítima com o autor, no valor de R$ 100, correspondente à compra de maconha. “Ele disse que estava com muito ódio do Wellington por conta da ex-mulher e porque a vítima pedia drogas e não pagava por isso”, relatou o delegado da 7ª DP, Natanael Costa Balduíno.  

Crime
Para matar a vítima, o criminoso armou uma cilada. Convidou Wellington para um serviço e foi buscá-lo em casa, de moto. Dirigiu-se então para a estrada que dá acesso à Pedreira São Luiz, parou e fingiu atender o celular, quando sacou a arma e atirou à queima-roupa contra Wellington – tendo um dos disparos atingido seu coração.

O autor então voltou para a residência e mandou a mulher embora (o casal não tem filhos). Na última segunda-feira, a mulher tentou voltar para a casa do ex, mas foi impedida por ele. Diante das discussões dos dois, a polícia foi acionada, identificando o suspeito, que continuava a morar na região onde o crime foi praticado.

Além de tráfico de drogas, o homicida ainda tem ficha criminal onde constam porte ilegal de arma e lesão corporal dolosa. Júlio será indiciado por homicídio doloso e deve voltar ao Estabelecimento Penal de Segurança Máxima.

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!