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RIO DE JANEIRO

Polícia pedirá prisão de suspeito de espancar filho até a morte

Polícia pedirá prisão de suspeito de espancar filho até a morte
11/03/2014 01:00 - FOLHAPRESS


A prisão temporária de Alex André Moraes Soeira, 34, acusado de espancar e matar o filho, também Alex, de 8 anos, poderá ser convertida em prisão preventiva. O delegado titular da 34ª DP (Bangu) Rui Barbosa de Souza afirma que vai pedir a conversão ainda nesta semana, com base no depoimento da mãe e madrasta da vítima.

Caso a Justiça acate o pedido, o acusado permanece detido até o julgamento, ainda sem data prevista.

"São muitas as chances de conseguir porque, como os próprios vizinhos o chamam, esse "monstro de Bangu' tem antecedentes criminais", diz o delegado. Soeira já havia sido preso por tráfico de entorpecentes.

Segundo Souza, a mãe e a madrasta do menino afirmaram em depoimento que o suspeito não apresentava perfil violento e que poderia ter agido por estar "acuado". O delegado informa que ainda resta ouvir outros vizinhos para concluir o inquérito até o próximo dia 20 de março.

Alex André Moraes Soeira foi preso na zona oeste do Rio, no último dia 19 de fevereiro, após ter confessado à polícia que agredia o menino, com frequência, alegando que o filho era "desobediente". De acordo com reportagem publicada pelo "O Globo", ele teria dito que a última agressão teve como motivo o fato de o garoto ter se recusado a cortar o cabelo para ir à escola.

Segundo a Polícia Civil, o menino deu entrada, com sinais de agressão, na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Vila Kennedy, em Bangu, na noite do dia 17 de fevereiro, mas já estava morto. A equipe médica acionou a polícia.

O corpo do garoto foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal). De acordo com a Polícia Civil, o laudo de necropsia apontou que o ele morreu em decorrência de hemorragia interna e dilaceração do fígado.  

Felpuda


O desgaste de antigas lideranças nacionais, com reflexo em nível local, é a maior preocupação dos dirigentes de partidos para as eleições deste ano, que terá reflexo em 2022. Em épocas passadas, essas figurinhas cruzavam os céus do País para visitarem os municípios e pedirem que a população votasse em seus ungidos. Agora, com pendências judiciais e poder enfraquecido, dificilmente seriam convidadas. A pandemia, que resultou no isolamento social, foi a pá de cal.