CAMPO GRANDE

Polícia Militar frustra sequestro, descobre cativeiro e mata bandido

Polícia Militar frustra sequestro, descobre cativeiro e mata bandido
28/08/2012 08:00 - VÂNYA SANTOS


Um caminhoneiro foi sequestrado por volta das 16h de ontem (27), em Campo Grande. Segundo informações do 10º Batalhão da Polícia Militar, após receber um telefonema, a vítima e sua esposa foram até o posto de saúde do Bairro Aero Rancho, onde negociaram um frete em Anhanduí.

O caminhoneiro então deixou sua esposa em casa, passou para pegar o casal que se passava por cliente e seguiu para o destino combinado, quando os bandidos anunciaram o assalto na BR 163, nas proximidades do Aeroporto Teruel.

A vítima foi amarrada e mantida em cárcere. A mulher ficou no cativeiro aguardando a chegada de comparsas, enquanto o homem assumiu a direção do caminhão e seguiu para região de fronteira do Brasil com o Paraguai.

A esposa do caminhoneiro tentou contato com o marido e como não conseguiu, desconfiou e avisou a polícia. Equipe da Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais (Cigcoe) conseguiu descobrir o cativeiro. Ao chegar no local, os militares que contaram com apoio do 10º Batalhão, foram recebidos a tiro e revidaram, mas ninguém se feriu. A vítima foi libertada e o bandido se escondeu no matagal.

Por volta de meia-noite de hoje (28), a polícia prendeu quatro suspeitos na Capital. Cerca de 1 hora depois militares receberam a informação de que um comparsa resgataria o criminoso que ficou escondido no mato. Equipe da Cigcoe estava nas proximidades e foi até o local. Teve troca de tiros, o bandido foi baleado, socorrido e morreu na Santa Casa. Já o comparsa que tentou levar o caminhão para o Paraguai foi preso pela PM em Amambai. 

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".