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Polícia mata acusado de furtos de veículos

Polícia mata acusado de furtos de veículos
23/07/2010 22:17 -


Evandro César Martins Ocampos foi morto anteontem à noite, durante troca de tiros com a polícia, em um assentamento rural em Nioaque, a 187 quilômetros de Campo Grande. Ele é acusado de cometer diversos furtos de motocicletas e de incendiar pelo menos dois veículos no município.
Evandro, que cumpria pena em regime semiaberto, no Presídio da Gameleira, em Campo Grande, estava foragido desde o último dia 17. Ele foi para Nioaque porque, segundo a polícia, tem familiares que moram lá.
Na segunda-feira, o acusado chegou ao município em uma motocicleta Honda Biz que havia furtado em Sidrolândia. Já em Nioaque, Evandro continuou invadindo residências e furtando automóveis e motocicletas. Dois dos carros furtados por ele, um Del Rey e uma Kombi, foram encontrados queimados na madrugada de terça-feira. Além desses veículos, ele ainda teria furtado mais quatro motocicletas.
Após investigações, a Polícia Civil, em conjunto com a Polícia Militar, chegou às características do homem que poderia ser o autor dos crimes. Também foi informado aos policiais que ele poderia estar no Assentamento Uirapuru, na casa de um tio.
Os policiais militares foram ao assentamento e descobriram que o acusado estava  no local e que, inclusive, havia invadido algumas residências para furtar aparelhos de telefone celular.
De acordo com a delegada Maíra Pacheco Machado, titular da Delegacia de Nioaque, quando os policiais chegaram à casa do tio de Evandro, ele correu para o matagal e atirou contra a equipe, que revidou. Como os militares estavam em uma viatura, pediram reforços. Mais tarde, por volta das 19 horas, a polícia voltou à casa do tio do acusado. Quando percebeu a movimentação, Evandro atirou novamente contra os policiais e tentou fugir. Os militares revidaram e o acusado foi atingido por disparos. Levado para o hospital da cidade, ele morreu horas depois. A delegada não soube informar quanto tiros atingiram o rapaz. A polícia vai investigar, agora, as circunstâncias da  morte. (BG)

Felpuda


O sumiço de algumas figurinhas carimbadas da política não acontece em virtude da necessidade de isolamento como uma das formas de prevenção à pandemia. Em verdade, seria porque não têm mesmo o que e a quem falar. Com o advento das redes sociais, quem acha que fazer campanha eleitoral continua como na época do “eu prometo” está a um passo de ver o sonho de conquistar mandato se transformar em pesadelo. Pelo jeito, não estão nem conseguindo dormir.