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CIDADES

Polícia já interrogou nove pessoas sobre jogatina na Capital

Polícia já interrogou nove pessoas sobre jogatina na Capital
30/03/2010 22:49 - Michelle Rossi


Nove pessoas, de acordo com informações da Delegacia Especializada de Ordem Política e Social (Deops), foram interrogadas na segunda-feira, depois das diligências da Operação Caça-Níquel. A polícia não divulgou, porém, se as pessoas ouvidas têm relação entre si, na exploração do jogo de azar, o que configuraria formação de quadrilha. Outros possíveis crimes associados à jogatina também estão em investigação, como lavagem de dinheiro.

A Operação Caça-Níquel, que envolveu as delegacias especializadas da Capital, apreendeu 48 máquinas de jogos em nove estabelecimentos comerciais e supostas residências. Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos sem que nenhum equipamento tenha sido encontrado nos locais vistoriados pela equipe policial.

Os caça-níqueis recolhidos durante a ofensiva foram encaminhados para a Delegacia Especializada de Combate ao Criem Organizado (Deco) e estão sendo periciados pelos técnicos da Coordenadoria de Perícias.

Cassino
A reportagem do Correio do Estado esteve na manhã de ontem na casa onde, segundo a polícia, funcionava um cassino, no Bairro Chácara Cachoeira. No local foi apreendido o maior número de máquinas – 25, mais computadores.

Vizinhos relataram que a polícia havia fechado a casa depois da apreensão, na segunda-feira, mas ontem ela já estava com as portas da sacada abertas. “Alguém deve ter passado pela casa”, informou um vizinho, que não se identificou.

O imóvel está localizado ao lado da residência de uma promotora de Justiça e mais à frente, de um oficial de Justiça. Ambos não foram encontrados na casa para comentar o episódio, mas segundo suas funcionárias, a movimentação no endereço apontado como sendo cassino não era facilmente percebida.
Outro vizinho disse que há três semanas passou a notar todas as noites a presença de “uma mulher loira, aparentando 30 a 40 anos, bonita, bem-vestida, num Honda City preto. Ela chegava por volta das 18h, e às vezes era meia-noite, e o carro ainda estava estacionado ai na frente.

 Eu estranhava porque ela deixava o carro na calçada. Não sei se era para ajudar as pessoas (jogadores) na identificação da casa”, relatou o vizinho, que ainda avistava frequentemente uma Mitsubishi L200, cor vinho. “Este carro parava aí na frente da casa, a qualquer hora do dia. Parecia até que era o dono da casa”, informou. Outro carro avistado era um BMW preto. Há informações extraoficiais de que o imóvel já foi usado pelo narcotráfico há alguns anos.    

Felpuda


Dois pedidos de desculpas, de autorias diferentes, foram assuntos muito comentados nas redes sociais com críticas ácidas às suas declarações, até porque os envolvidos não só os usaram despropositadamente, como tiveram de voltar a eles para se redimirem. Um deles, inclusive, quase criou uma crise política da-que-las, o que obrigou seu pai, figurinha carimbada, a pular miúdo para colocar panos quentes sobre a questão. Essa gente!...