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Polícia entrega à Justiça inquérito do caso Joaquim; padrasto é indiciado

28 DEZ 13 - 13h:30terra

A Polícia Civil concluiu o inquérito da morte do menino Joaquim Ponte Marques, 3 anos, cujo corpo foi encontrado no rio Pardo, em Barretos (SP), cinco dias após desaparecer em Ribeirão Preto (SP). Investigadores da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto entregaram à Justiça, na sexta-feira (27), o relatório final do caso, que indiciou o padrasto do menino, Paulo Henrique Martins de Castro, por homicídio. Apontada como suspeita no início das investigações, a mãe de Joaquim, a psicóloga Natália Ponte, não foi indiciada. As informações são da agência Futura Press.

O corpo de Joaquim foi encontrado no dia 10 de novembro de 2013, nas águas do rio Pardo, no município de Barretos, vizinho de Ribeirão Preto - cidade onde o garoto morava. Um exame preliminar de necropsia apontou que o garoto já estava morto antes de ser jogado no rio, segundo a Polícia Civil. A causa da morte, porém, ainda não foi confirmada. A principal suspeita é que o menino, que era diabético, tenha sido morto após uma superdosagem de insulina.

Desde os primeiros dias do desaparecimento, as buscas foram concentradas na região do córrego Tanquinho e no rio Pardo, onde o córrego deságua. Um cão farejador da Polícia Militar realizou o mesmo trajeto ao farejar as roupas do menino e as de seu padrasto.

A Polícia Civil já havia pedido a prisão preventiva da mãe e do padrasto de Joaquim, mas a Justiça havia negado. Posteriormente, porém, a Justiça concedeu um pedido de prisão temporária dos dois, válido por 30 dias. O menino vivia com a mãe, o padrasto e o irmão, Vitor Hugo.

No boletim do desaparecimento registrado na Polícia Civil, a mãe relatou que acordou por volta das 7h e foi até o quarto da criança, mas não a encontrou. Em seguida, procurou pelos demais cômodos e na vizinhança, também sem sucesso. O garoto vestia uma calça de pijama com bichinhos quando foi visto pela última vez.

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